Gestão Executiva em Saúde

Melhore Experiência e obtenha valores

Trabalhe a Jornada do Cliente e amplie o Faturamento

Ronaldo José Damaceno | 21/06/2023

Experiência do cliente é fundamental para aumentar o faturamento e a fidelidade do paciente em clínicas de saúde

Ronaldo Damaceno

A satisfação do cliente é um aspecto fundamental para o sucesso de qualquer negócio, e para clínicas de saúde é essencial. Com a crescente competitividade no setor de saúde, é cada vez mais importante que as clínicas se concentrem na experiência do cliente (jornada do cliente) para aumentar o faturamento e manter a fidelidade do cliente/paciente.

A experiência do cliente refere-se à percepção geral do paciente em relação aos serviços e atendimento recebido durante sua visita à clínica. Ela começa antes mesmo de o paciente entrar na clínica e continua após o atendimento. Uma boa experiência do cliente pode incluir a facilidade de agendamento de consultas, passando pela cordialidade do atendimento na recepção, a agilidade no atendimento e a eficácia do tratamento, até a comunicação clara e efetiva do diagnóstico e dos procedimentos necessários.

Quando um paciente tem uma experiência positiva em uma clínica de saúde, é mais provável que ele retorne para futuras consultas e recomende a clínica a amigos e familiares. Por outro lado, uma experiência ruim pode levar o paciente a procurar outra clínica para futuras consultas e desencorajar outras pessoas a procurarem a clínica.

Estratégias para melhora a experiência do cliente

Para melhorar a experiência do cliente, é importante que a clínica adote uma abordagem centrada no paciente. Isso significa que uma clínica deve estar focada em atender às necessidades e expectativas do paciente em todos os pontos de contato. A equipe da clínica deve estar treinada e motivada para fornecer um atendimento de qualidade, com muita empatia e respeito.

Além disso, a clínica pode investir em tecnologias que facilite o acesso à informação e aos serviços de saúde, como agendamentos online, resultados de exames e informações sobre o histórico médico do paciente. Essas tecnologias podem tornar a experiência do paciente mais conveniente e eficiente, estimulando a necessidade de esperas e visitas desnecessárias.

Outra estratégia importante é a coleta de feedback do paciente, seja por meio de pesquisas de satisfação, estimativas online ou outros meios. O feedback pode ser usado para identificar áreas de melhoria e para ajustar os processos internos da clínica para melhor atender às necessidades do paciente.

Por fim, é importante lembrar que uma boa experiência do cliente não deve ser vista apenas como um meio para aumentar o faturamento da clínica. A satisfação do paciente deve ser uma prioridade em si mesma, pois a saúde e o bem-estar dos pacientes são o objetivo final de qualquer clínica de saúde.

Em conclusão, a experiência do cliente é essencial para ampliar o faturamento de uma clínica de saúde. Uma abordagem centrada no paciente, tecnologias eficientes, coleta de feedback e treinamento da equipe são algumas das estratégias que podem ser usadas para melhorar a experiência do paciente e aumentar a fidelidade e a boca a boca positiva. Lembre-se sempre de que a satisfação do paciente é o objetivo final e o coração de qualquer clínica de saúde.

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Acreditare Gestores oferece GES

Gestão Executiva na saúde é a chave do sucesso empresarial

Ronaldo José Damaceno – São Paulo, 14/06/2023

A gestão executiva em saúde (GES) é essencial para o sucesso empresarial em um mercado cada vez mais competitivo. A Acreditare Gestores é uma empresa que oferece soluções completas em gestão executiva em saúde – Acreditare GES, com foco em gestão por resultados, engajamento do tempo para alcançar objetivos estratégicos, aprimoramento do planejamento estratégico em plano tático e plano operacional, reuniões trimestrais denominada como “Reunião do Dia D” e monitoramento diário pelo gerenciamento à vista.

Gestão por Resultados

A gestão por resultados é uma abordagem que visa garantir que as ações tomadas pela empresa levem a resultados concretos. Na Acreditare Gestores, a gestão por resultados é realizada com o acompanhamento supervisionado de indicadores chave de desempenho (KPIs) e definição clara de metas a serem alcançadas.

Engajamento

O engajamento do tempo é fundamental para o sucesso empresarial. A Acreditare Gestores entende que o sucesso não é alcançado apenas pela gestão executiva, mas pela união de esforços de todos os colaboradores. Por isso, a empresa oferece soluções que visam engajar o tempo e alinhar os esforços de todos para alcançar os objetivos planejados.

Planejamento Estratégico

O foco do planejamento estratégico, plano tático e plano operacional é uma etapa importante para garantir que as metas sejam alcançadas. Na Acreditare Gestores, a equipe realiza o aprimoramento estratégico em planos táticos e operacionais, garantindo que as ações da empresa estejam claras aos objetivos de longo prazo.

Reunião Dia D

As reuniões trimestrais de acompanhamento, conhecidos como Reunião do Dia D, são uma oportunidade para a equipe discutir o progresso dos projetos e alinhar os esforços para alcançar as metas. A Acreditare Gestores realiza as Reuniões do Dia D com uma metodologia própria, que garante que todos os pontos importantes sejam discutidos e que a equipe esteja atendida para os próximos trimestres.

Conheça a consultoria Acredita GES – Gestão Executiva em Saúde

Gerenciamento à vista

O monitoramento diário pelo gerenciamento à vista é uma ferramenta essencial para manter a equipe estável sobre o progresso dos projetos e o desempenho da empresa. A Acreditare Gestores oferece uma solução completa de gestão à vista, que permite o monitoramento em tempo real dos indicadores chave de desempenho e a previsão dos resultados alcançados.

Em resumo, a Acreditare Gestores oferece soluções completas em gestão executiva, com foco em gestão por resultados, engajamento do tempo para alcançar objetivos estratégicos, planejamento do planejamento planejado em plano tático e plano operacional, reuniões trimestrais reconhecidas como “reunião do Dia D” e monitoramento diário pelo gerenciamento à vista. Com essas soluções, a Acreditare Gestores ajuda empresas a alcançar o sucesso empresarial em um mercado cada vez mais competitivo. Entre em contato conosco e saiba mais sobre como podemos ajudar sua empresa a crescer e prosperar.

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Por Ronaldo José Damaceno, São Paulo – abril/2023

“Descubra as soluções definitivas para aumentar o faturamento de sua clínica de saúde agora mesmo!”

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O faturamento é um indicador importante para as clínicas de saúde, pois é o que garante a sustentabilidade do negócio e a possibilidade de investir em melhorias e crescimento. No entanto, muitas clínicas enfrentam desafios para aumentar seu faturamento e manter uma margem de ganho saudável. Felizmente, existem diversas soluções que podem ajudar a resolver essa questão. Segue abaixo 7 estratégias criadas pela Acreditare Gestores, que são efetivas para aumentar faturamento em clínicas de saúde:

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1)  Oferecer pacotes de serviços

Uma das principais soluções para aumentar o faturamento das clínicas de saúde é a expansão do leque de serviços oferecidos. Ao oferecer serviços complementares e especializados, a clínica pode atrair mais pacientes e aumentar sua receita. É importante avaliar quais serviços são mais demandados pela região onde a clínica está localizada e quais complementam os serviços já oferecidos.

2)  Investir em marketing digital

Outra solução é investir em marketing e comunicação para divulgar a clínica e seus serviços. É fundamental criar uma presença online forte, com um site informativo e atualizado, além de estar presente nas redes sociais. Também é importante investir em campanhas de anúncios online e em ações de relacionamento com os pacientes, como e-mails e newsletters.

3)  Realizar parcerias com outras empresas da área da saúde

A adoção de tecnologias também pode ajudar a aumentar o faturamento da clínica. Por exemplo, um software de gestão pode otimizar processos internos, reduzir erros e aumentar a eficiência da clínica como um todo. Além disso, a telemedicina pode expandir o alcance da clínica, permitindo atender pacientes de outras regiões e ampliar sua base de clientes.

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4)  Investir em treinamento e capacitação da equipe

Por fim, é importante investir na capacitação dos profissionais da clínica. Ao oferecer treinamentos e cursos, os profissionais podem se especializar em áreas específicas, aumentando a qualidade dos serviços prestados e atraindo mais pacientes.

5)  Implementar programas de fidelidade

Criar um cartão personalizado da clínica, com descontos para atendimentos particulares, considerando a sua utilização, tempo de cadastro na clínica e indicações de novos clientes.

Um programa de fidelidade com cartão pode trazer diversos benefícios para uma clínica de saúde. Primeiramente, o cartão fidelidade pode aumentar a frequência de visitas dos pacientes, incentivando-os a retornarem mais vezes para acumular pontos e, assim, resgatar recompensas.

Além disso, o cartão fidelidade passa a ser uma forma de coleta de dados dos clientes, permitindo uma melhor compreensão de seus hábitos de consumo. Isso ajudar o marketing da clínica a personalizar o atendimento e criar ofertas mais atraentes.

Outro benefício é a possibilidade de aumentar o engajamento dos pacientes com a clínica nas redes sociais, uma vez que os programas de fidelidade geralmente incluem incentivos para compartilhamento e interação nas mídias sociais.

Por fim, o cartão fidelidade passa a ser uma estratégia eficiente para fidelizar clientes e melhorar a recompensa da clínica, gerando recomendações positivas e aumentando o número de indicações.

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6)  Aumentar o valor do ticket médio

Oferecer serviços complementares é uma das maneiras de aumentar o valor do ticket médio. Por exemplo, se uma clínica oferece serviços de fisioterapia, ela pode oferecer sessões adicionais de massagem terapêutica ou venda de produtos para ajudar na recuperação, como bandagens ou bolas de exercício. Além disso, é possível oferecer pacotes de serviços para pacientes que desejam se comprometer com tratamentos de longo prazo, benefícios ou vantagens exclusivas.

Pode-se ainda oferecer a gestantes, imagens e vídeos da evolução do bebê no pré-natal, vender fraudas, roupas de bebê, produtos de hidratação para barriga da mãe, sessões de relaxamento, treinamento para pais e mães sobre o parto, dentre outros.

É possível ainda estabelecer parceria com empresas de transporte, mensageiros, logística, estacionamentos, dentre outros, com objetivo de oferecer conforto ao cliente. Justificando a importância de ouvir, observar, analisar, descobrir necessidades e expectativas deles.

7)  Melhorar a gestão financeira

A gestão financeira eficiente é fundamental para o sucesso de qualquer negócio, e não é diferente para as clínicas e sofrimentos médicos. A seguir, algumas ações que podem ajudar a melhorar a gestão financeira:

  1. Implante gestão à vista: monitorar em tempo real todos os resultados produtivos, para ter certeza que todos serão cobrados e recebidos. É preciso combater a glosa interna, assim como a externa. Controlar os atendimentos sem ônus, as cortesias, os descontos e até mesmo os procedimentos para confirmação de resultados.
  2. Organize as finanças: mantenha um controle rigoroso das receitas e despesas, separando-as por categorias. Isso facilita a identificação de oportunidades de economia e ajuda a planejar o futuro financeiro da clínica.
  3. Implemente um sistema de gestão financeira: utilize softwares de gestão financeira para automatizar processos, facilitar a tomada de decisões e evitar erros humanos. Além disso, um bom sistema permite gerar relatórios precisos e em tempo real, fornecendo informações importantes para a tomada de decisões.
  4. Faça um planejamento financeiro: defina metas financeiras para a clínica e estabeleça um plano de ação para alcançá-las. Isso inclui o controle de despesas, o aumento de receitas e a redução de custos.
  5. Acompanhe os indicadores financeiros: monitore indicadores como lucratividade, rentabilidade e fluxo de caixa para identificar problemas financeiros e tomar decisões mais assertivas.
  6. Combata as despesas com retrabalho e desperdícios: com a redução do atendimento para corrigir problemas operacionais e técnicos da clínica, retrabalho para solucionar falhas de atendimento, atendimento sem ônus para tentar reverter erros, gastos indevidos com ações que o cliente não valoriza.

Com uma gestão financeira eficiente, a clínica poderá aumentar a sua lucratividade, ter mais recursos para investir em melhorias e oferecer serviços de maior qualidade aos doentes.

Obtendo resultados superiores

Em resumo, existem diversas soluções para aumentar o faturamento das clínicas de saúde, desde a expansão dos serviços oferecidos até a adoção de tecnologias, investimento em marketing e comunicação. Cada clínica deve avaliar as soluções mais adaptadas à sua realidade e implementá-las de forma estratégica e consistente, sempre visando oferecer um atendimento de qualidade aos pacientes e garantir a sustentabilidade do negócio.

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Ciclo da Análise SWOT

Análise SWOT como ferramenta de gestão

Já mencionei ela em outro artigo, sobre Planejamento Estratégico. Também postei ela em meu Instagram, artes que revelam a sua importância para uma análise mais aprofundada, que quando cruzadas, permite estratégias assertivas, para solucionar problemas e definir ações contundentes para se obter resultados superiores.

SWOTForças FacilitadorasForças Dificultadoras
Análise InternaForças   Quais são seus pontos fortes, principais forças, qualidades, virtudes ou talentos?  Fraquezas   Quais são seus pontos a serem melhorados, principais fraquezas, defeitos ou dificuldades?
Análise ExternaOportunidades   Que oportunidades existem para você aproveitar estas forças e alcançar seus objetivos?Ameaças   Que ameaças existem pelas suas fraquezas que podem impedir você atingir seus objetivos?
Análise SWOT tradicional

Existem diversas maneiras de levantar essas informações, tais como: perguntando e fazendo as anotações das respostas, rodada de brainstorming, encaminhar um questionário online com perguntas para levantar as informações, que batizamos como brainwriting. Pegando os resultados das pesquisas de satisfação dos clientes. Compilando as principais reclamações de clientes.

Analisando a avaliação dos colaboradores ou a avaliação de desligamento do colaborador. Correlacionando as não conformidades e retrabalho. Analisando os atrasos na entrega. Isso seguido de Benchmarking, permite uma comparação com o mercado concorrente, um exercício mágico para visualizar o que pode ser uma oportunidade, como aquilo, que deverá ser encarado como ameaça ao sucesso do negócio. Dentre outras, que você pode adotar.

Essa análise é extremamente necessária e fundamental para identificar o que estamos fazendo, como estamos fazendo, o que está sendo reconhecido e evidenciar de maneira objetiva exatamente onde estamos. Essa avaliação seguida de algumas ferramentas da qualidade, ajudam a realizar uma criteriosa análise sobre o que precisamos melhorar e o que, precisará ser revisto, com mais atenção para se evitar maiores problemas no futuro próximo.

É por permitir essa flexibilidade, que ela se torna uma ferramenta prática de gestão. Sendo utilizada por COACH, MENTORES, CONSULTORES, PSICOLOGOS, dentre outros. Ela permite uma visão sintetizada do problema, além de dar norte, sobre aquilo que poderá ser aprimorado ou até descontinuando.

No Planejamento Estratégico, serve como apoio para definir as estratégias assertivas, após análise das forças e fraquezas internas, seguidas da comparação com a concorrência das oportunidades e possíveis ameaças, considerando os fatores externos. Consegue-se definir prioridades de investimento e esforço, para mudar os resultados de qualquer organização. Considerar os cenários, ajuda a elucidar e definir objetivos que sejam capazes de melhorar a visibilidade do negócio, dentro do mercado em que ele atua.

O segredo aqui, é ser criterioso no estudo das informações. Isso trará clareza, rapidez e objetividade ao plano e os caminhos e/ou estratégias que serão percorridos para se alcançar resultados. Além de permitir estabelecer indicadores de controle e monitoramento do andamento do planejamento, permitindo assim, uma gestão à vista.

No Plano de Marketing ou Comercial, conseguimos adaptar a Análise SWOT, conceito quadrante: alta – baixa; com a ferramenta sugeria por Philip Kotler, no livro Marketing de Serviços Profissionais, que demonstra, se a empresa é Estrela ou Pontos de Interrogação, Vaca leiteira ou Abacaxis. Isto considerando a sua participação no mercado, quanto a sua atratividade do mercado x capacidade de competir.

SWOTForças FacilitadorasForças Dificultadoras
Atratividade do mercadoEstrela   Organização desfruta de elevada participação e que oferece mercados em rápido crescimento  Pontos de Interrogação   Os serviços em que ela desfruta apenas de uma participação reduzida e que oferece a mercados em rápido crescimento.
Capacidade de CompetirVaca leiteira   Os serviços que ela desfruta de elevada participação e oferece mercados que crescem lentamente.Abacaxis   Os serviços em que ela desfruta de uma pequena participação e que são oferecidos a mercados de crescimento lento ou em declínio.
Análise de mercado para Plano de Marketing

São muitas as possibilidades e a criatividade, fica por conta de cada usuário desta ferramenta tão necessária para uma gestão. Eu por exemplo, utilizo, ela para minhas auditorias de terceira e segunda parte em empresas, sobre duas óticas. Uma voltada para descobri o que a empresa deseja sobre a qualidade e outra, sobre o que a empresa deseja sobre resultados.

Análise SWOT adaptada para gestão da qualidade:

Aqui procuro fazer uma correlação dos achados da auditoria. A minha preocupação é identificar o quanto a empresa está madura, ou seja, tem a cultura de fazer certo da primeira vez, com foco em satisfazer o cliente, ou o quanto ela está cumprindo com os requisitos para atingir seu objetivo de ser certificada.

SWOTForças FacilitadorasForças Dificultadoras
Apta para AcreditaçãoPontos Fortes   Quando o que a organização faz com maestria, conquistando a satisfação dos cliente externos e internos  Observação   Apesar da organização fazer algo que considera relevante, existem falhas que se não corrigidas a tempo, prejudicará a avaliação do cliente.
Necessário AdequaçãoOportunidade de Melhorias   A empresa faz algo excepcional, porém existe algo que precisa de ajuste, para atingir a perfeição, com base na boa práticaNão conformidade   Existe um perigo ou até mesmo um risco na concepção do processo, com base em aspectos legais ou normativos, ou até mesmo por descumprir com o proposto ou estabelecido.
Análise dos registros de Auditoria

Análise SWOT adaptada para gestão de resultados:

Esse quadrante, um misto entre as perspectivas do BSC e Análise SWOT, busco verificar como a empresa se volta para resultados, se procura a melhoria para garantir crescimento e sustentabilidade ou se apenas procura se manter viva no mercado.

SWOTForças FacilitadorasForças Dificultadoras
Resultado SuperiorFinanceiro   Quanto ela investe em conhecimento, estrutura e processos, para melhorar a vida do cliente.  Processo   Quanto a empresa dedica para padronização de métodos e procedimentos, com objetivo de transformar os processos em sistemas, para gerar resultados confiáveis.
Resultado LimitadoCliente   O quanto se valoriza o canal do cliente, para adequar produtos, processos e pessoas, na busca por sua satisfaçãoConhecimento   Quanto incentiva as pessoas para aprimorar seu conhecimento, com foco naquilo que se faz, para melhoria de desempenho.
Análise de como a empresa enxerga os resultados

Conclusão:

Dei três exemplos diferentes em que o quadrante Alto – Baixo adotado pela análise SWOT, pode servir e ser adaptada a qualquer realidade de empresa, para melhorar a gestão. Desde o planejamento estratégico, onde é frequentemente utilizada, até para avaliar colaboradores, desempenho, qualidade, marketing, comercial e até para avaliar os resultados.  

Todo gestor deve conhecer a ferramenta se quiser fazer a diferença. Espero que gostem, curtam e compartilhe com amigos. Em breve, quero falar sobre BSC e os mapeamentos estratégicos. Até mais!

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#planejamentoestrategico #mapeamento estratégico #bsc #sowt #5w2h #smart #pdca #gestao

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Por que o planejamento estratégico é considerado essencial para se obter sucesso

Por que o Planejamento Estratégico é considerado essencial?

Por Ronaldo José Damaceno – São Paulo, 25/01/2023

Ciclo PDCA

Em 1950, Willian E. Deming, um dos filósofos da qualidade, defendia a ferramenta idealizada por Walter Andrew Shewhart, denominada como Ciclo PDCAPlan (planejar), Do (fazer), Check (verificar) e Act (agir), como sendo essencial para garantir resultados com qualidade.

A base desta ferramenta está na repetição. Ela é aplicada sucessivamente nos processos para que se busque a melhoria de forma continuada.

Neste contexto, o planejamento, a padronização e a documentação são práticas importantes, assim como medições precisas. Seu foco é a solução de problemas seguindo as quatro fases indicadas pelas letras: PDCA.

Por ser uma ferramenta de uso cíclico, ela também promove a melhoria contínua dos processos.

Mas vamos direto ao tema que me propus a fazer, o Planejamento Estratégico. Deixarei as ferramentas da qualidade, para um próximo artigo, uma vez que elas, podem ser utilizadas, até com muita efetividade na elaboração de um Planejamento Estratégico confiável, seguro e capaz de alcançar resultados superiores.

Lendo o parágrafo acima, é fácil deduzir o quanto, o ato de planejar é determinante para a liderança e para uma gestão estratégica, sendo aplicável a qualquer organização, independente do seu porte ou tamanho. O Planejamento Estratégico é utilizado pelas melhores e maiores empresas, sendo elas, que ditam as regras, dominando o mercado.

É preciso dizer, que Planejamento Estratégico, é um documento formal, que define o melhor caminho a ser seguido por uma organização, para se obter resultados, em um determinado período.

Esse documento serve de bússola para alcançar objetivos estratégicos e diferenciar a empresa, naquilo que se faz.

Isso só é possível, porque define as estratégias, internas e externas, reconhecendo as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, para aquilo que se pretende alcançar. Definindo os objetivos, as metas, os indicadores e as efetivas ações, de curto, médio e longo prazo, para se obter os resultados desejados. Fazendo cumprir com a missão e a visão de futuro, sem ter que renunciar os valores institucionais.

A primeira missão da empresa para elaborá-lo, é se debruçar nos seus dados brutos, com objetivo de transformá-los em indicadores de desempenho, que servirá de parâmetro para elaboração do perfil demográfico. Isso permitirá obter uma compreensão detalhada, da situação em que, a empresa se encontra.

Em posse das informações, fica mais fácil discutir as suas forças e fraquezas, junto a equipe de colaboradores, bem como, analisar as oportunidades e ameaças, junto ao mercado concorrente, ou seja, realizar uma Análise FOFA ou SWOT – Strengths (forças), Weaknesses (fraquezas), Opportuities (oportunidades) e Threats (ameaças). Ela permite englobar variações e considerar os cenários: interno e externo, para tomada de decisões estratégicas, que sejam capazes de melhorar a visibilidade do negócio, dentro do mercado em que atua.

Vamos compreender essas duas poderosas metodologias, para avançar nosso raciocínio sobre Planejamento Estratégico.

Perfil Demográfico

Vamos entender melhor a importância do perfil demográfico: é uma ferramenta de negócios que identifica várias características quando as empresas tentam definir um segmento de mercado. Características comuns no perfil incluem idade, sexo, renda, tamanho da família e educação. Esse estudo traz dados em forma de indicadores que são relevantes para uma análise crítica da liderança. Segue alguns dados/indicadores comumente utilizados:  

  • quanto produzimos;
  • quanto vendemos;
  • quanto recebemos;
  • quais foram os maiores compradores;
  • quais foram os melhores compradores;
  • em quais regiões eles estão;
  • quanto são pessoas jurídicas e quantas pessoas físicas;
  • qual a faixa etária e sexo das pessoas físicas;
  • qual faixa de idade das empresas e qual a sua classe ou categoria;
  • quais produtos ou serviços estão tendo as melhores saídas;
  • qual o ticket médio; qual o custo médio;
  • quais as principais queixas ou reclamações;
  • qual tempo médio de entrega;
  • qual o cumprimento com que foi estabelecido;
  • qual o grau de satisfação destes clientes;
  • índice de retrabalho; qual a produção por colaborador;
  • tempo de ociosidade;
  • quantidade de colaboradores;
  • efetividade do planejamento financeiro;
  • índice de perda;
  • índice de não conformidades; dentre outros.

Essa análise é extremamente necessária e fundamental para identificar o que estamos fazendo, como estamos fazendo, o que está sendo reconhecido e evidenciar de maneira objetiva exatamente onde estamos.

Essa avaliação seguida de algumas ferramentas da qualidade, ajudam a realizar uma análise criteriosa sobre o que precisamos melhorar e o que, precisará ser revisto, com mais atenção para se evitar maiores problemas no futuro próximo.

Análise FOFA ou SWOT

Análise SWOT com um ciclo

Com base nos dados apurados do perfil demográfico, se faz uma rodada de brainstorming (reunião com a missão de discutir ideias, propostas e sugestões, sem censura crítica dos participantes, para levantar o máximo de palpites possíveis) ou brainwriting (levantamento de informações em questionários, por e-mail, formulários ou mensagens, para levantar o máximo de palpites para uma futura análise crítica).Essas sugestões formarão as forças e fraquezas, que demonstram a visão interna da empresa.

Em segundo momento, se busca olhar, o mercado externo. O objetivo é de comparar os diferenciais e as deficiências da concorrência, que denominamos como Benchmarking. Essa é outra ferramenta amplamente divulgada pela qualidade, que é considerada de boa prática, utilizada com muita frequência pelo mercado. É com ela que definimos as oportunidades e ameaças, ou seja, aquilo que deveremos reforçar como melhoria, para obter êxito e aquilo que deveremos ter atenção, para evitar a descontinuação.

Ao fazermos esse cruzamento, conseguimos definir estratégias acertadas. Aquelas que favorecem as empresas, que garantem os resultados planejados. O segredo aqui, é ser criterioso no estudo das informações. Esse estudo, deve trazer clareza, rapidez e objetividade, para que o plano, dos caminhos e/ou estratégias, possam ser percorridos, sem grandes traumas. Além de permitir estabelecer indicadores de controle e monitoramento do andamento do planejamento, permitindo assim, a gestão à vista.

Elementos Estratégicos

Com essas duas metodologias em prática, que parecem simples, mas que requerem uma especialização, com objetivo de evitar retrabalho, se percebe com clareza, a importância em definir estratégias objetivas para se obter resultados superiores. Porém, o Planejamento Estratégico, não termina aqui. Ainda temos as definições ou a revisão dos elementos estratégicos, aqueles que norteiam a gestão da empresa, com suas Premissas, Missão, Crenças, Valores e Visão de Futuro. São eles, que balizam as decisões estratégicas, as prioridades, permitindo elaborar políticas institucionais para se atingir os objetivos, com metas, responsivas e com os resultados mínimos para se garantir o sucesso.

Elementos Estratégicos

  • Visão, é a maneira pela qual a empresa vê a si própria no futuro, dentro do mercado em que atua, para qual comunidade, qual o meio ambiente, oferecendo quais produtos ou serviços, em quais condições, em qual posição e com qual credibilidade.
  • Crenças, são todas as certezas que formam o caráter e a visão, advindo da cultura que identifica uma empresa no decorrer do tempo.
  • Valores, são as afirmações culturais, originadas nas crenças e que modelam as atitudes e comportamentos. Tanto podem ser coletivos ou individuais e influenciam na visão e missão que a empresa se propõe.
  • Missão, é a proposta que uma empresa faz nas suas relações com o mercado, com a comunidade onde atua e consigo mesma. Deve estar de acordo com a visão de futuro, com os valores e as crenças, bem como, ser passível de realização. É por isso que a missão representa um compromisso maior das atitudes da empresa para com a visão.
  • Objetivo, é aquilo que se pretende alcançar com base em uma estratégia, que fornece o caminho e direciona a empresa.
  • Políticas, são as intenções claras e objetivas daquilo que se pretende fazer para atingir objetivos, dentro de um plano de metas e com indicadores definidos de desempenho.
  • Estratégia, é uma direção, um guia, ou curso de ações que levarão para um determinado resultado, neste caso, para realização da visão de futuro. É o caminho do ponto A para o ponto B.
  • Planos, são as ações que define o que será e como será feito, quem será responsável, em que prazo, em quais condições, com os perigos e riscos definidos, os controles de monitoramento e os resultados esperados.
  • Projetos, são as táticas e as metas para se atingir o resultado.
  • Processos, compreendem um conjunto de atividades voltadas para uma finalidade definida e específica, sejam eles coletivos ou individuais, manuais ou automatizados, compreendidos ou não nos planos e projetos.
  • Ações, aquilo que será feito para atender ao plano.
  • Táticas, aquilo que será realizado para cumprir com o projeto.
  • Metas, quando será realizado, por quem, em qual prazo e em quais condições, com qual objetivo a ser alcançado.
  • Resultado, aquilo que se pretende alcançar.

Cadeia de Suprimentos

Em posse destes dados, finalmente o Planejamento Estratégico começa a ter uma cara de direcionamento para se atingir resultados, porém, ainda podemos avançar em soluções que contribuem com a gestão estratégica da empresa. Vamos a elas.

Definir a cadeia de suprimentos ou “Supply Chain”, que se refere a todas as operações pelas quais um produto passa, desde a matéria-prima até o processo de entrega ao cliente final. Esse é um termo que, traduzido do inglês, significa cadeia de suprimentos. Seu uso é recorrente no segmento logístico e deve ser empregado por qualquer negócio — já que visa atender às principais necessidades e demandas dos clientes.

O “Supply Chain” atua de forma estratégica influenciando todas as pontas da cadeia de suprimentos, desde a programação dos fornecedores até a satisfação do cliente. À medida que o setor se desenvolve, os desafios de entendimento e gestão dos processos com as novas tecnologias crescem na mesma proporção.

O “Supply Chain”, como ressaltado, permite o controle de toda a cadeia de produção e do serviço prestado por todos os fornecedores e demais parceiros envolvidos, o que possibilita a composição de um produto com mais qualidade e a entrega correta ao cliente.

No Planejamento Estratégico, utilizamos a cadeia de suprimentos para analisar em que posição a empresa está no fluxo do dinheiro, bem como, para visualizar e até viabilizar parceiros para alavancar os resultados, mais facilmente.

É preciso agora, categorizar essas estratégias, bem como priorizá-las em ações, que possam ser monitoradas, de maneira alinhada, para se atingir objetivos.

BSC – “Balanced Scorecard”

É um modelo de gestão estratégica que surgiu para desmistificar a visão de que, para obter sucesso, um negócio precisa focar unicamente em indicadores financeiros e contábeis. Ao mesmo tempo, o BSC serve para definir estratégias e desenhar planejamentos de maneira muito mais abrangente.

O principal objetivo do BSC é o alinhamento do planejamento estratégico com as ações operacionais da empresa. Esse objetivo é alcançado pelas seguintes ações: Esclarecer e traduzir a visão e a estratégia – É frequente as organizações possuírem uma visão e estratégias que não são devidamente esclarecidas e discutidas.

O BSC é um método voltado ao gerenciamento da estratégia das empresas. Seu principal objetivo é possibilitar que gestores e equipes trabalhem pensando no futuro (longo prazo), atuando para concretizar ações ou projetos que garantam um crescimento sólido às empresas.

O BSC é baseado em 4 componentes estratégicos (objetivos, metas, indicadores, iniciativas) e 4 perspectivas (financeira, dos clientes, processos internos, aprendizado e crescimento). Vamos entender o que são essas perspectivas:

Perspectiva Financeira

Essa perspectiva analisa os impactos que as decisões estratégicas têm sobre as metas. É preciso que a empresa tenha objetivos financeiros a longo prazo, conectando-os a um plano de ação que se ligue aos processos financeiros, aos clientes, aos processos internos, além dos colaboradores e sistemas. Aqui, os indicadores financeiros são importantes para mostrar se a companhia está na direção certa. Por isso, apesar de o BSC ir além das métricas de finanças, é interessante observar a lucratividade, o faturamento e o aumento de valor.

Perspectiva do Cliente

Essa perspectiva considera tanto a participação da empresa no mercado, quanto a satisfação dos clientes. Para isso, é importante identificar os stakeholders e definir os resultados que serão avaliados, como fidelização, satisfação, rentabilidade, aquisição e participação de mercado. Essa é a área que pensa em características do produto ou serviço (qualidade, funcionalidade, preço), relação com o cliente (relacionamento e experiência de compra), imagem e reputação. Sendo assim, é importante compreender a visão que os clientes têm da empresa.

Perspectiva dos Processos Internos

A qualidade dos processos internos é o foco desta perspectiva, tanto em termos de inovação, quanto de operação e pós-venda. Na prática, isso pode se traduzir em indicadores como produtividade, custo, tecnologia e tempo de desenvolvimento. O ideal é buscar constantemente a excelência dos processos, implementando melhorias e reparando erros ou danos.

Perspectiva do Aprendizado e Crescimento

Essa perspectiva avalia a satisfação interna dos colaboradores. Aqui, é válido observar ativos intangíveis, como engajamento, capacitação e satisfação. Além disso, pode ser interessante medir a rotatividade de colaboradores e os treinamentos implementados. Também entram nessa área os objetivos e medidas de infraestrutura que se mostrarem necessários para atingir resultados com a equipe.

Mapeamento Estratégico

Sendo parte do modelo BSC, um mapa estratégico está intrinsecamente ligado ao tripé missão, visão e valores da empresa. Ou seja, para definir o objetivo principal do negócio, é preciso levar em conta porque a empresa existe, o propósito das suas atividades e os objetivos de curto e longo prazo. Ao mesmo tempo, o BSC serve para definir estratégias e desenhar planejamentos de maneira muito mais abrangente.

O mapa estratégico é um método para colocar em prática o BSC, ou seja, uma representação visual das metas da empresa em 4 perspectivas. Nelas constam as principais ações a serem empregadas e os resultados pretendidos. Com isso, terá um resumo das atitudes a serem tomadas em cada uma, para alcançar os objetivos e seus indicadores de desempenho avaliando se está na direção certa ou não.

Os benefícios do mapa estratégico BSC

Além de definir caminhos, o mapa estimula à cultura do aprendizado, promovendo a melhoria contínua. Também, traz assertividade na alocação dos investimentos, proporciona boas tomadas de decisão e uma análise holística da empresa, além disso:

  • determina a responsabilidade de cada setor para alcançar as metas;
  • informa os objetivos gerais e em comum de todos;
  • facilita o papel de cada um dentro do negócio;
  • conecta ideias para chegar a um resultado;
  • mostra os gargalos e como resolvê-los;
  • oportuniza uma melhor comunicação entre departamentos;
  • auxilia na execução efetiva da estratégia;
  • alinha os objetivos do negócio;
  • estimula a participação de cada colaborador para que seja reconhecido.

Indicadores importantes para medir o sucesso dessa perspectiva são:

  • Rotatividade de colaboradores;
  • Engajamento;
  • Capacitação;
  • Treinamentos;
  • Satisfação.

Método 5W e 2H

O Método 5W2H tem como objetivo principal auxiliar no planejamento de ações, pois ele ajuda a esclarecer questionamentos, sanar dúvidas sobre um problema ou tomar decisões. Assim, seu uso traz benefícios a como facilidade na compreensão de fatos e um melhor aproveitamento de informações.

  • What: o que será feito? (objetivo principal do projeto);
  • Why: por que será feito? (justificativa para o desenvolvimento do projeto);
  • Where: onde será feito? (local de realização do projeto);
  • When: quando será feito? (tempo de execução do projeto);
  • How: como será conduzido? (como será realizado o projeto de maneira mais explicita);
  • How much: quanto custará esse projeto? (qual o valor que será investido para que isso ocorra).

Essa ferramenta ajuda a organizar o que se pretende colocar em prática, através de um plano de ação estruturado e sistêmico. As principais vantagens do plano de ação 5W2H são a praticidade e o fácil entendimento. Além de ter uso simples e objetivo, a ferramenta se destaca por sua eficiência na metodologia. É válido ressaltar que a técnica não precisa ser usada apenas para negócios, mas também pode ser utilizada de forma pessoal.

Método SMART

O Método SMART, trata-se de um acrônimo que significa: Específico, Mensurável, Alcançável, Realista e Oportuno. Assim, uma meta SMART incorpora todos esses parâmetros para focar os esforços e elevar as possibilidades de se atingir um objetivo.

Os objetivos SMART são uma ferramenta que auxilia as empresas e pessoas a definirem metas. Eles funcionam como uma espécie de checklist, possibilitando que cada objetivo seja verificado e avaliado. São, portanto, aspectos quantitativos que devem ser definidos em uma organização.

Ele serve para os mais diversos segmentos, desde negócios voltados a serviços até àqueles que querem criar uma loja virtual. Além disso, os objetivos SMART podem ser utilizados até mesmo em outros aspectos das nossas vidas, como em metas pessoais. De forma prática, objetivos são resultados centrais que se busca alcançar com uma empresa e as metas são estratégias voltadas para chegar até eles, devendo ser traçadas cuidadosamente para alcançá-los, seja a curto ou longo prazo.

Conclusão:

O Planejamento Estratégico é essencial para que as empresas caminhem em direção ao objetivo desejado, evitando atalhos ou atrasos. Além disso, contribui para uma visão unificada, independente de quem: cargo ou função, viabilizando o engajamento das pessoas, o monitoramento e acompanhamento das ações, com a possibilidade de ajustes, no tempo exato.

Qualquer empresa ou negócio, precisa de um planejamento estratégico, é de fundamental importância o pensamento de curto, médio e longo prazo. Empresas que utilizam, crescem independente das situações de mercado, se tornam valiosas e necessárias para seus clientes.  

Bibliografias

  • Planejamento Estratégico e Operacional em Saúde; Martinho, Eduardo; Airton Viriato; Paulo Roberto Sagatelli Camara; FBAH
  • As estratégias do olho de tigre; Grinberc, Renato – Editora Gedante, 6 edição
  • Mapas Estratégicos, Balanced Scorecard; Robert S. Kaplan e David P. Norton – Campus
  • Planejar para Crescer , Editora Escola de Negócios.
  • 12 Elementos da Gestão de Excelência; Rodd Wagner e James K. Harter, Sextante.
  • Leia mais no blog

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