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52 hospitais abrem indicadores à sociedade

52 Hospitais ANAHP abrem indicadores à sociedade

Programa de Transparência da Anahp reúne 52 hospitais e transforma indicadores assistenciais em informação acessível à sociedade.

Anahp inaugura uma nova etapa da transparência hospitalar

A qualidade hospitalar brasileira acaba de ganhar uma nova forma de ser percebida pela sociedade. A Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) lançou, em 19 de agosto de 2026, seu Programa de Transparência, iniciativa que disponibiliza ao público indicadores assistenciais individualizados de 52 hospitais associados, responsáveis por aproximadamente 14 mil leitos.

O movimento representa uma mudança relevante na relação entre hospitais, pacientes, profissionais e sociedade. Informações que durante anos circularam principalmente nos ambientes técnicos, nos comitês de qualidade, nas reuniões de análise crítica e nos sistemas internos de gestão começam a ocupar um espaço público, com explicações sobre seu significado, sua importância e os cuidados necessários para interpretá-las.

Nesta primeira etapa, o programa apresenta dez indicadores relacionados à qualidade e à segurança do cuidado. Eles abordam permanência hospitalar, mortalidade, infecções, quedas com lesão, lesão por pressão, atendimento ao infarto, sepse, reinternação e parto cesárea. A iniciativa nasce de um trabalho de mais de duas décadas desenvolvido pela Anahp em mensuração de resultados, benchmarking e melhoria contínua da qualidade hospitalar.

Mais do que abrir números, o programa abre uma nova conversa. Ele convida os hospitais a aperfeiçoarem a qualidade da informação, estimula os pacientes a compreenderem melhor os resultados assistenciais e fortalece a ideia de que qualidade precisa ser demonstrada por evidências confiáveis.

Esse avanço também permite compreender, de maneira concreta, por que excelência é a capacidade de transformar qualidade em valor. Quando o dado é corretamente produzido, interpretado e comunicado, ele ultrapassa a função de controle. Passa a gerar conhecimento, apoiar decisões, fortalecer a confiança e ampliar o valor entregue à sociedade.

Quais indicadores hospitalares serão divulgados?

Os dez indicadores escolhidos pela Anahp representam situações diretamente relacionadas à experiência, à segurança e ao resultado assistencial. De acordo com a apresentação oficial do programa, serão disponibilizados:

  1. Média de permanência geral, em dias;
  2. Taxa de mortalidade institucional após 24 horas;
  3. Densidade de incidência de infecção da corrente sanguínea associada a cateter venoso central em UTI adulta, pediátrica e neonatal;
  4. Taxa de infecção em sítio cirúrgico após cirurgia limpa;
  5. Densidade de incidência de queda com lesão em pacientes adultos internados;
  6. Incidência de lesão por pressão adquirida no hospital em pacientes adultos;
  7. Mediana do tempo porta-balão em pacientes com infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST;
  8. Taxa de letalidade de sepse comunitária em pacientes adultos;
  9. Taxa de reinternação hospitalar em até 30 dias;
  10. Taxa de parto cesárea.

Cada indicador ilumina uma parte da jornada do cuidado. A média de permanência pode ajudar a analisar eficiência, complexidade, capacidade de resolução e continuidade assistencial. Mortalidade, sepse e infecções aproximam a leitura dos desfechos e da segurança clínica. Quedas e lesões por pressão mostram como riscos cotidianos precisam ser acompanhados por protocolos, barreiras preventivas e participação ativa das equipes. Reinternações permitem avaliar continuidade e efetividade do cuidado. O tempo porta-balão evidência como coordenação, agilidade e preparo podem influenciar um desfecho crítico.

Ao colocar esses resultados em uma página pública, a Anahp amplia a possibilidade de diálogo entre a linguagem técnica e o interesse da população. O desafio passa a ser comunicar com clareza, pois um indicador isolado oferece apenas uma parte da realidade. Seu verdadeiro significado surge quando há contexto, critérios comparáveis, compreensão da população atendida e conhecimento sobre a complexidade da instituição.

Transparência hospitalar exige contexto e responsabilidade

A própria Anahp destaca que o Programa de Transparência foi concebido para promover aprendizagem, revisão de processos e melhoria do desempenho. As informações precisam ser interpretadas considerando especialidades, características dos pacientes e níveis de complexidade assistencial.

Um hospital geral, uma maternidade, um centro oncológico e uma instituição dedicada à alta complexidade podem apresentar perfis muito diferentes. Idade, gravidade, comorbidades, volume de atendimentos, linhas de cuidado e características epidemiológicas influenciam os resultados. Por isso, a leitura madura dos indicadores exige conhecimento sobre aquilo que cada número representa e sobre as condições em que foi produzido.

Na fase inicial, o programa considera algumas diferenças, como maternidades e faixas etárias. O ajuste de risco por Diagnosis Related Groups (DRG), capaz de incorporar outras diferenças de complexidade clínica, aparece como uma possibilidade de aprimoramento para as próximas etapas.

Esse cuidado fortalece a credibilidade da iniciativa. A transparência ganha valor quando amplia a compreensão. Uma apresentação responsável ajuda a sociedade a formular perguntas melhores, permite que os hospitais identifiquem oportunidades de evolução e favorece decisões baseadas em evidências consistentes.

O programa também prevê uma campanha de letramento destinada à população. Essa frente será essencial, pois disponibilizar informações representa o primeiro movimento; desenvolver a capacidade de interpretá-las transforma acesso em conhecimento. Um paciente informado amplia sua participação na jornada do cuidado, enquanto uma organização transparente fortalece sua relação de confiança com as pessoas.

A qualidade da informação começa antes do indicador

Um dos aspectos mais relevantes do Programa de Transparência está na chamada jornada do dado. Antes de um indicador aparecer em um painel, existe uma cadeia formada por identificação, registro, coleta, classificação, validação, processamento, análise e comunicação.

Cada etapa influencia a confiabilidade do resultado. Um número aparentemente favorável também precisa ser analisado à luz da capacidade institucional de detectar eventos e registrá-los corretamente. Uma baixa taxa pode expressar bom desempenho, assim como pode indicar oportunidades na identificação ou na qualidade do registro. É a maturidade do sistema que ajuda a diferenciar essas situações.

Por isso, a construção do programa incorporou fichas técnicas detalhadas, discussões metodológicas e avaliação externa dos dados. O objetivo é ampliar a consistência das informações e reduzir diferenças na aplicação dos critérios. A auditoria externa acrescenta uma camada de confiança ao processo, ao mesmo tempo em que estimula as instituições a revisarem seus métodos de coleta e validação.

Esse movimento materializa o papel do Sistema da Excelência que sustenta resultados consistentes. Um resultado confiável nasce de processos claros, responsabilidades definidas, critérios conhecidos, profissionais preparados e mecanismos de verificação. A tecnologia apoia essa construção, enquanto o sistema conecta pessoas, métodos e decisões.

Quando a organização olha apenas para o número final, perde parte da aprendizagem. Quando observa a jornada completa do dado, passa a enxergar o processo que produz a evidência. Essa visão permite corrigir fragilidades, aprimorar registros, reduzir variações e transformar informação em conhecimento gerencial.

Indicadores transformam desempenho em evidência

Indicadores sempre ocuparam um papel importante na gestão da qualidade. Eles permitem acompanhar tendências, reconhecer desvios, avaliar resultados e verificar se as ações realizadas estão produzindo o efeito desejado. Ainda assim, a existência de um painel repleto de números representa apenas uma etapa da maturidade gerencial.

O desempenho ganha sentido quando o indicador provoca análise, aprendizagem e decisão. Isso significa compreender a tendência histórica, investigar causas, comparar o resultado com referências adequadas, envolver as pessoas responsáveis pelo processo e estabelecer ações capazes de ampliar o valor entregue.

É nesse ponto que o Programa de Transparência se conecta ao conceito de Desempenho da Excelência. Desempenho ultrapassa a simples medição. Ele representa a manifestação daquilo que a mentalidade orienta, a liderança mobiliza, o sistema estrutura e a gestão executa.

Um indicador de infecção, por exemplo, sintetiza uma rede de decisões e comportamentos. Ele recebe influência da adesão à higiene das mãos, dos cuidados com dispositivos, da capacitação das equipes, da disponibilidade de recursos, da vigilância epidemiológica, da qualidade dos registros, da liderança assistencial e da capacidade de aprender com cada ocorrência.

O mesmo raciocínio vale para quedas, lesões por pressão, reinternações, sepse e tempo porta-balão. O resultado possui uma origem sistêmica. Ele revela como diferentes partes da organização se articularam para produzir determinado desfecho.

Assim, o indicador deixa de ser uma fotografia isolada e passa a funcionar como evidência de uma identidade organizacional. Mostra o grau de consistência entre aquilo que o hospital declara, os processos que estrutura, os comportamentos que estimula e os resultados que entrega.

Da mensuração à gestão baseada em evidências

A divulgação pública também amplia a responsabilidade da gestão. Quando um indicador permanece restrito ao ambiente interno, sua interpretação já exige maturidade. Quando se torna público, cresce a necessidade de assegurar rastreabilidade, coerência metodológica e capacidade de explicar o resultado.

Esse movimento pode fortalecer a governança clínica. Conselhos, diretorias, lideranças médicas, equipes assistenciais e áreas de qualidade passam a compartilhar uma referência comum. O indicador pode favorecer conversas mais qualificadas sobre riscos, prioridades, recursos e oportunidades de melhoria.

Gestão baseada em evidências significa utilizar dados confiáveis em conjunto com conhecimento técnico, experiência profissional, contexto organizacional e necessidades dos pacientes. A decisão deixa de depender apenas de percepção e passa a incorporar informações capazes de demonstrar tendências e impactos.

Uma gestão madura pergunta o que o resultado revela, quais fatores contribuíram para ele, que valor foi produzido e quais ações podem elevar o desempenho. Também acompanha se o plano implementado provocou a mudança esperada. Desse modo, o ciclo de gestão permanece vivo: medir, analisar, decidir, agir, acompanhar e aprender.

A transparência acrescenta mais uma dimensão a esse ciclo: comunicar. Tornar o resultado compreensível aproxima gestão e sociedade. Isso reforça a ideia de que informação assistencial possui valor público e pode contribuir para relações mais conscientes entre hospitais, pacientes, profissionais e comunidade.

Qualidade e segurança dependem de sistemas vivos

A Organização Mundial da Saúde define segurança do paciente como uma estrutura de atividades organizadas capaz de criar culturas, processos, procedimentos, comportamentos, tecnologias e ambientes que reduzam riscos de forma consistente e sustentável. A OMS também destaca a importância da liderança organizacional, dos dados orientando melhorias, de profissionais preparados e da participação dos pacientes e familiares.

Essa definição ajuda a compreender por que os indicadores representam uma parte de um sistema maior. Um hospital seguro integra protocolos, tecnologia, comunicação, treinamento, liderança, barreiras de prevenção, análise de eventos e cultura de aprendizagem. O número torna visível o efeito dessa integração.

A Agency for Healthcare Research and Quality (AHRQ), dos Estados Unidos, também relaciona cultura de segurança aos valores, crenças e normas compartilhados que influenciam ações e comportamentos. Entre as dimensões avaliadas por seus instrumentos estão abertura da comunicação, aprendizagem organizacional, resposta ao erro, apoio da liderança, trabalho em equipe, condições de pessoal e pressão de trabalho.

Essas referências internacionais reforçam que qualidade assistencial surge do encontro entre aspectos técnicos e humanos. Protocolos precisam ser conhecidos. Dados precisam ser confiáveis. Lideranças precisam criar condições para que as equipes participem. A organização precisa transformar eventos e resultados em aprendizado.

Nesse sentido, divulgar indicadores também pode influenciar a cultura. O que recebe atenção da liderança, passa por análise crítica e se torna visível para a sociedade tende a ganhar relevância nas decisões cotidianas. A transparência comunica quais resultados importam e estimula uma responsabilidade compartilhada por sua evolução.

Por que não consigo excelência na Acredtiação em Saúde?

O que os 52 hospitais ensinam sobre a Identidade da Excelência?

O lançamento do programa oferece uma oportunidade de interpretar os indicadores a partir da Identidade da Excelência. Essa é uma leitura autoral, construída sobre fatos apresentados pela Anahp e sobre conceitos reconhecidos na gestão da qualidade.

A Mentalidade da Excelência aparece quando a organização reconhece o dado como fonte de consciência, aprendizado e evolução. Medir ganha propósito porque permite compreender melhor o impacto das escolhas.

A Liderança da Excelência manifesta-se na decisão de priorizar qualidade e segurança, oferecer recursos, acompanhar resultados e criar um ambiente favorável à transparência. Líderes transformam indicadores em conversas, prioridades e compromissos.

O Sistema da Excelência está presente nas fichas técnicas, nos critérios de coleta, na padronização, nos processos assistenciais e na avaliação externa. Ele cria as condições para que o resultado seja consistente e comparável dentro de parâmetros adequados.

O Desempenho da Excelência surge na capacidade de transformar dados em evidências sobre a entrega realizada. Ele mostra tendências, resultados e oportunidades, aproximando a qualidade de sua manifestação concreta.

A Gestão da Excelência ocorre quando a instituição interpreta os indicadores, define prioridades, integra áreas, executa ações e acompanha os efeitos das decisões. A informação encontra direção e se transforma em melhoria.

A Cultura da Excelência fortalece-se quando transparência, segurança, aprendizagem e responsabilidade passam a orientar comportamentos compartilhados. O indicador deixa de pertencer apenas à área da qualidade e passa a fazer parte da consciência coletiva.

Quando esses pilares atuam de maneira integrada, a qualidade deixa de ser apenas um conjunto de requisitos e passa a expressar a identidade da organização. O resultado ganha consistência, o aprendizado ganha continuidade e a sociedade percebe mais valor.

Do DNA da qualidade à evidência pública

A saúde sempre carregou em seu DNA a intenção de cuidar, reduzir sofrimento, proteger a vida e produzir melhores desfechos. Ao longo do tempo, essa essência encontrou métodos, normas, sistemas de gestão, acreditações, protocolos e tecnologias capazes de organizar o cuidado e ampliar sua segurança.

O Programa de Transparência acrescenta uma nova expressão a esse DNA: a disposição de tornar parte dos resultados acessível à sociedade. Essa passagem exige coragem institucional, maturidade metodológica e compromisso com a evolução.

O DNA representa aquilo que faz parte da essência. O GAP mostra a distância entre a intenção e a prática. O RNA promove a transformação necessária para que essa essência se manifeste em comportamentos, processos e resultados.

Na jornada dos indicadores, o GAP pode aparecer entre o evento e seu registro, entre o dado e sua análise, entre a análise e a decisão, ou entre a decisão e a melhoria percebida pelo paciente. O RNA está no movimento que padroniza critérios, desenvolve pessoas, aprimora sistemas, qualifica informações e amplia a transparência.

Essa leitura ajuda cada organização a formular perguntas essenciais: nossos dados representam fielmente a realidade? As lideranças utilizam os indicadores para decidir? As equipes compreendem o impacto de suas ações? Os resultados geram aprendizado? A informação chega ao paciente de forma clara? A qualidade entregue produz valor percebido?

Responder a essas perguntas aproxima o sistema de sua finalidade. Afinal, medir possui valor quando amplia a consciência e orienta a transformação.

Transparência pode fortalecer a confiança

Confiança é um ativo essencial na saúde. O paciente entrega à instituição informações pessoais, expectativas, vulnerabilidades e decisões que podem influenciar sua vida. Essa relação se fortalece quando existe competência técnica, comunicação clara, respeito, segurança e responsabilidade.

Indicadores públicos podem contribuir para essa construção ao oferecer referências objetivas sobre o cuidado. Também podem estimular uma relação mais participativa, na qual pacientes e familiares compreendem melhor o significado dos resultados e ampliam a qualidade de suas perguntas.

Para os hospitais, a transparência favorece o aperfeiçoamento da prestação de contas e cria um estímulo adicional à governança da informação. Para os profissionais, pode ampliar a percepção de que cada registro e cada comportamento participam da construção do resultado institucional. Para o setor, abre espaço para aprendizado coletivo e evolução dos padrões de qualidade.

O benefício social cresce à medida que mais instituições participam, os indicadores evoluem e a população desenvolve letramento para interpretá-los. O programa foi lançado com 52 hospitais e permanece aberto a novas adesões. A expectativa é ampliar gradualmente tanto o número de participantes quanto o conjunto de informações disponibilizadas.

Esse processo pode contribuir para uma cultura em que resultados assistenciais sejam tratados com seriedade, contexto e responsabilidade. A excelência ganha visibilidade e a sociedade passa a reconhecer, de maneira mais ampla, o trabalho necessário para produzir cuidado seguro e consistente.

Quando dados se transformam em valor

O lançamento do Programa de Transparência da Anahp representa um marco porque conecta três dimensões fundamentais: qualidade, evidência e sociedade. A qualidade organiza o cuidado. A evidência demonstra o desempenho. A transparência aproxima o resultado de quem recebe o valor.

Ainda existe uma jornada de evolução. Ajustes de risco mais amplos, expansão da participação, desenvolvimento do letramento e amadurecimento da interpretação pública podem fortalecer as próximas etapas. O início, porém, já produz uma mensagem relevante: qualidade hospitalar precisa ser acompanhada, demonstrada, compreendida e utilizada para aprender.

Os 52 hospitais participantes assumem uma responsabilidade que ultrapassa a divulgação de números. Eles ajudam a construir um ambiente em que indicadores podem orientar conversas mais qualificadas sobre segurança, resultados e melhoria contínua.

Essa iniciativa também amplia a reflexão provocada pelo reconhecimento de sete hospitais brasileiros entre os melhores do mundo. Rankings oferecem visibilidade a conquistas institucionais. Indicadores ajudam a compreender dimensões do desempenho que sustentam a qualidade do cuidado. Juntos, reconhecimento e evidência revelam uma saúde brasileira capaz de aprender, evoluir e gerar valor.

O próximo passo pertence a cada organização. Desenvolver sistemas confiáveis, fortalecer lideranças, qualificar a jornada do dado, analisar resultados e transformar conhecimento em melhoria são movimentos acessíveis a instituições em diferentes níveis de maturidade.

No final, a pergunta central permanece:

Que valor os nossos indicadores estão ajudando a gerar para as pessoas?

Quando essa pergunta orienta a gestão, o dado deixa de ser apenas um número. Torna-se consciência, decisão, melhoria, confiança e valor.

O sistema organiza. O desempenho evidencia. A gestão transforma. A transparência gera confiança.

Ronaldo José Damaceno | CEO Acreditare Gestores | Gestor, Consultor e Mentor Executivo em Produção e Qualidade | Escritor dos livros: A Qualidade Fazendo Parte de Você! Acredite, Você Pode Ter Alta Performance! O Amor Pela Excelência.

Excelência vai além de processos. Ela nasce na forma como você pensa, age e entrega. Quando essa prática é vivida com consistência e propósito, a qualidade e alta performance deixa de ser esforço e passa a fazer parte da sua identidade. É nesse momento que ela se revela, como expressão de quem você se tornou. Porque, no final, excelência é você.

Fontes consultadas

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Desenvolvemos a Identidade da Excelência, transformando propósito em direção, estratégia em sistema e resultados em cultura por meio de um método estruturado.

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Acreditare Gestores também entende a importância da tecnologia na gestão do capital humano. A empresa utiliza tecnologia avançada para oferecer soluções eficientes e inovadoras aos seus clientes, com testes de desempenho e personalidade. Além disso, Acreditare Gestores acompanha as tendências do mercado e as melhores práticas de gestão de pessoas para oferecer serviços de alta qualidade e que atendem às demandas dos seus clientes.

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Brasil tem 7 hospitais entre os melhores do mundo

Brasil tem 7 hospitais entre os melhores do mundo

Sete hospitais brasileiros estão entre os 250 melhores do mundo em 2026. A conquista revela a força da qualidade, da ciência e da gestão na saúde.

O Brasil alcançou uma posição de destaque no cenário internacional da saúde. Sete hospitais brasileiros aparecem entre os 250 melhores do mundo na edição 2026 do ranking World’s Best Hospitals, elaborado pela revista norte-americana Newsweek em parceria com a empresa global de dados Statista.

O reconhecimento reúne instituições privadas, filantrópicas e uma organização pública ligada ao Sistema Único de Saúde. Em comum, elas representam diferentes expressões da capacidade brasileira de produzir ciência, formar profissionais, cuidar de pessoas, estruturar processos, acompanhar resultados e transformar conhecimento em valor para a sociedade.

O Einstein Hospital Israelita ocupa a 16ª posição mundial, avançou seis lugares em relação ao ano anterior e permanece como o hospital mais bem colocado da América Latina e do Hemisfério Sul. O Hospital Sírio-Libanês aparece na 79ª posição, seguido pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Hospital Moinhos de Vento, HCor, Hospital Santa Catarina Paulista e Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Mais que uma lista de posições, o resultado abre uma reflexão importante para gestores, lideranças e profissionais: o que existe por trás de uma organização de saúde reconhecida entre as melhores do mundo?

Quais são os hospitais brasileiros entre os melhores?

Os sete representantes do Brasil no grupo dos 250 melhores hospitais do mundo em 2026 são:

Posição mundialInstituiçãoLocalização
16ªEinstein Hospital IsraelitaSão Paulo (SP)
79ªHospital Sírio-LibanêsSão Paulo (SP)
105ªHospital Alemão Oswaldo CruzSão Paulo (SP)
111ªHospital Moinhos de VentoPorto Alegre (RS)
146ªHCorSão Paulo (SP)
151ªHospital Santa Catarina PaulistaSão Paulo (SP)
189ªHospital das Clínicas da FMUSPSão Paulo (SP)

A presença dessas instituições no ranking mundial projeta uma imagem relevante da saúde brasileira. O país demonstra que possui organizações capazes de competir em um ambiente internacional no qual reputação, qualidade assistencial, experiência do paciente, resultados, pesquisa e capacidade de evolução são observados em conjunto.

Existe também diversidade dentro dessa conquista. Entre os sete hospitais estão organizações filantrópicas de grande tradição, instituições privadas de referência e o maior complexo hospitalar público da América Latina. Essa composição amplia o significado da notícia: a excelência pode ser construída por diferentes modelos organizacionais quando propósito, pessoas, ciência, planejamento, processos e aprendizagem caminham na mesma direção.

Como foi elaborado o ranking dos melhores hospitais?

A edição 2026 do World’s Best Hospitals avaliou mais de 50 mil hospitais de 32 países. A pesquisa ouviu mais de 100 mil profissionais da saúde e reconheceu 2.530 instituições nas diferentes listas nacionais. Entre elas, um grupo de 250 hospitais foi classificado na lista global.

Para construir o Top 250 mundial, Newsweek e Statista combinaram recomendações internacionais de profissionais, posição das instituições em seus respectivos países, excelência na adoção de medidas de resultados relatados pelos pacientes, dados de qualidade hospitalar e satisfação, além de uma pontuação bibliométrica relacionada à produção científica.

Essa metodologia demonstra uma evolução importante na forma de compreender o desempenho hospitalar. A estrutura física e o prestígio histórico continuam relevantes, mas dividem espaço com evidências sobre qualidade, experiência, resultados percebidos pelos pacientes, reconhecimento profissional e contribuição científica.

PROMs — Patient-Reported Outcome Measures

Os PROMs — Patient-Reported Outcome Measures — integram essa visão. Eles representam medidas de resultados relatados pelos próprios pacientes e ajudam a compreender como a pessoa percebe sua condição de saúde, capacidade funcional, sintomas e qualidade de vida depois do cuidado recebido. Ao incorporar essa dimensão, o ranking aproxima o desempenho técnico da experiência humana.

Também merece atenção a presença do componente bibliométrico. Um hospital de referência participa da produção e da circulação do conhecimento. Pesquisa, ensino, inovação e publicação científica ampliam a capacidade de aprender, aprimorar condutas e contribuir para o desenvolvimento de todo o sistema de saúde.

O ranking, portanto, reúne diferentes evidências de valor. A reputação mostra como a instituição é reconhecida. Os indicadores ajudam a evidenciar a consistência do cuidado. A experiência aproxima a gestão da percepção do paciente. Os PROMs observam os resultados a partir de quem viveu a jornada. A ciência demonstra a capacidade de produzir conhecimento e influenciar a evolução da saúde.

Einstein avança e chega à 16ª posição mundial

O Einstein Hospital Israelita alcançou o melhor resultado brasileiro e latino-americano da edição. Ao subir da 22ª para a 16ª posição, entrou no grupo dos 20 melhores hospitais classificados do planeta.

Segundo a própria instituição, o reconhecimento reflete uma atuação integrada em assistência, ensino, pesquisa, inovação e impacto social. Essa combinação ajuda a compreender por que a excelência hospitalar contemporânea ultrapassa o atendimento realizado dentro de uma unidade. Um sistema de saúde de referência forma pessoas, investiga novas possibilidades, utiliza tecnologia, dissemina conhecimento e produz benefícios que alcançam a sociedade.

O Einstein também destaca a qualificação contínua do cuidado e a sustentabilidade do sistema de saúde. São elementos que conectam desempenho imediato e responsabilidade de longo prazo. Uma organização pode conquistar resultados relevantes em determinado período; a excelência exige capacidade para renovar esses resultados, aprender com novas evidências e continuar gerando valor diante de cenários que mudam.

Esse movimento ajuda a explicar a diferença entre excelência como posição e excelência como identidade. A posição registra um momento. A identidade sustenta a disposição de continuar evoluindo depois do reconhecimento.

Sírio-Libanês consolida uma trajetória de evolução

O Hospital Sírio-Libanês ocupa a 79ª posição mundial e aparece como o segundo hospital mais bem classificado da América Latina. A instituição também integra o grupo denominado All-Time Champions, formado por hospitais presentes entre os 250 melhores desde a primeira edição do ranking.

Essa permanência possui um significado especial. Chegar a uma posição de destaque demanda competência; permanecer entre os melhores exige consistência. A organização precisa preservar sua essência, acompanhar transformações científicas e tecnológicas, desenvolver pessoas, aprimorar processos e responder continuamente às expectativas da sociedade.

Em sua comunicação institucional, o Sírio-Libanês associa o reconhecimento ao rigor técnico, à evolução constante, à inovação, ao aprimoramento dos processos e à adoção de práticas internacionais. Sua liderança também destaca a formação médica e multiprofissional, o pensamento crítico e a atualização científica como bases para a segurança do paciente e a consistência dos resultados.

Essa leitura valoriza um princípio essencial: organizações excelentes aprendem. Elas transformam conhecimento em competência, competência em comportamento, comportamento em desempenho e desempenho em confiança.

Oswaldo Cruz, Moinhos, HCor e Santa Catarina ampliam a conquista

O Hospital Alemão Oswaldo Cruz, na 105ª posição, e o Hospital Moinhos de Vento, na 111ª, aproximam-se do grupo dos 100 melhores do mundo e reforçam a presença brasileira no cenário internacional. HCor e Hospital Santa Catarina Paulista completam a representação das organizações privadas e filantrópicas no Top 250.

Cada instituição possui história, propósito, especialidades e formas próprias de gerar valor. Essa diversidade é importante porque a excelência cresce quando encontra identidade. Um hospital pode se destacar pela alta complexidade, outro pela capacidade científica, outro pela experiência, pela segurança, pela especialização ou pela integração com o sistema público. O reconhecimento mundial surge da combinação entre singularidade e consistência.

Há também um elemento comum: essas organizações construíram trajetórias de décadas. O resultado de 2026 foi preparado por decisões tomadas muito antes da divulgação do ranking. Investimentos em pessoas, sistemas de gestão, acreditações, certificações, pesquisa, tecnologia, infraestrutura e cultura produziram camadas sucessivas de competência.

Isso ajuda a compreender que a excelência hospitalar nasce de escolhas acumuladas. Um protocolo aprimorado, uma liderança desenvolvida, uma comunicação mais segura, um indicador analisado com profundidade, uma experiência mais bem compreendida e uma causa de falha eliminada podem parecer movimentos pequenos quando observados isoladamente. Ao longo do tempo, eles formam a identidade percebida por pacientes, profissionais e sociedade.

Um hospital público brasileiro entre os melhores do mundo

A presença do Hospital das Clínicas da FMUSP na 189ª posição produz uma das mensagens mais importantes do ranking. O HCFMUSP é uma organização pública, universitária, integrada ao SUS e responsável por uma das operações assistenciais, científicas e educacionais mais complexas do país.

Sua classificação demonstra que a excelência também pode ser pública. Ela pode crescer em um ambiente marcado por alta demanda, diversidade de pacientes, formação de profissionais, pesquisa, assistência de elevada complexidade e responsabilidade social.

O resultado convida a superar a associação automática entre excelência e abundância de recursos. Recursos ampliam possibilidades e possuem papel decisivo na capacidade assistencial. A maneira como esses recursos são planejados, integrados, utilizados, avaliados e aprimorados determina o valor que conseguem produzir.

Uma organização pública lida com regras, limites orçamentários, mudanças administrativas, múltiplas partes interessadas e grandes pressões sociais. Quando consegue preservar conhecimento, estruturar processos, desenvolver competências, produzir ciência e oferecer cuidado de referência, demonstra a força de uma identidade construída em torno de uma missão.

O HC também amplia o alcance simbólico da conquista brasileira. O reconhecimento internacional chega a uma instituição que atende a população, forma gerações de profissionais e produz conhecimento aplicado à realidade do país. Assim, a posição no ranking transforma-se em patrimônio social.

A importância do HC para o mercado de saúde

Essa evidência traz esperança e responsabilidade. Hospitais municipais, estaduais, universitários, Santas Casas, organizações sociais, clínicas, laboratórios e demais serviços podem iniciar ou aprofundar sua própria jornada. Cada instituição parte de uma realidade específica, mas todas podem aprender a planejar melhor, desenvolver pessoas, compreender processos, acompanhar resultados e fortalecer uma cultura orientada ao valor.

Para a gestão pública, essa presença também oferece uma referência concreta. Planejamento estratégico, governança, continuidade dos projetos, formação permanente, integração entre assistência e academia e utilização consciente dos indicadores podem preservar avanços mesmo em ambientes complexos. A excelência pública cresce quando o propósito coletivo encontra processos capazes de atravessar mudanças, compartilhar conhecimento e manter o cuidado como prioridade. O reconhecimento do HCFMUSP mostra que impacto social e desempenho podem caminhar juntos e que a capacidade de servir milhões de pessoas também pode produzir ciência, inovação e referência internacional.

O exemplo ganha ainda mais significado para organizações que estão começando. Toda jornada de excelência possui um primeiro processo organizado, um primeiro indicador compreendido, uma primeira liderança mobilizada e uma primeira melhoria transformada em aprendizado. A distância entre a realidade atual e o resultado desejado pode ser convertida em plano, desenvolvimento e evolução. Grandeza organizacional também é a capacidade de avançar com consciência a partir dos recursos disponíveis.

O que os melhores hospitais têm em comum?

Um ranking oferece uma fotografia comparativa, enquanto a construção da excelência acontece todos os dias. Ainda assim, os critérios avaliados e as informações públicas das instituições permitem reconhecer elementos recorrentes.

Ciência

O primeiro é a presença da ciência. Os melhores hospitais observam evidências, investigam, pesquisam, atualizam condutas e transformam experiência em conhecimento. A ciência amplia a capacidade de decidir com segurança e ensina a rever decisões diante de novas informações.

Pessoas

O segundo é o desenvolvimento das pessoas. Hospitais são sistemas intensamente humanos. Tecnologia, protocolos, equipamentos e infraestrutura alcançam seu propósito quando profissionais preparados conseguem utilizá-los com competência, integração e consciência.

Sistemas e consistência

O terceiro é a existência de sistemas capazes de gerar consistência. A boa prática individual possui valor; o sistema permite que essa prática seja compreendida, compartilhada, acompanhada e aprimorada. É assim que a qualidade deixa de depender exclusivamente de talentos isolados e passa a fazer parte da organização.

Indicadores e Medição

O quarto é a capacidade de medir aquilo que importa. Indicadores assistenciais, experiência, segurança, desfechos e resultados relatados pelos pacientes ajudam a organização a enxergar o que está produzindo. Dados ganham valor quando encontram análise crítica, decisão e aprendizado.

Liderança

O quinto é a liderança. Pessoas precisam compreender a direção, reconhecer seu papel e participar da transformação. A liderança conecta propósito, estratégia e prática. Ela cria condições para que conhecimento se converta em comportamento e para que as equipes aprendam com resultados, riscos e oportunidades.

Cultura

O sexto é a cultura. A excelência ganha estabilidade quando segurança, respeito, melhoria, ciência e cuidado aparecem naturalmente nas escolhas cotidianas. A cultura representa aquilo que uma organização repete, valoriza e mantém vivo mesmo diante das pressões.

Esses elementos dialogam com os pilares da Identidade da Excelência: mentalidade, liderança, sistema, desempenho, gestão e cultura. Cada pilar responde a uma pergunta, mas todos convergem para o mesmo objetivo: gerar valor de forma consciente, consistente e sustentável.

A qualidade sempre esteve no DNA da saúde

O resultado brasileiro também ajuda a reconhecer algo que muitas organizações ainda procuram fora de si: a qualidade já está presente na essência da saúde.

O profissional observa sinais, investiga, formula hipóteses, define condutas, acompanha resultados e reavalia. Esse movimento possui ciência, método e aprendizagem. A mesma lógica pode orientar a gestão dos processos, dos riscos, dos indicadores, da experiência e da estratégia.

Uma reclamação pode ser compreendida como sintoma. A investigação busca evidências. A análise encontra causas. O plano de ação define uma intervenção. O indicador acompanha a evolução. A melhoria transforma experiência em conhecimento organizacional.

O próximo passo é reconhecer essa qualidade, organizá-la e direcioná-la para que ultrapasse ações individuais e alcance o sistema. É exatamente essa jornada que o artigo A Qualidade Sempre Esteve no DNA da Saúde desenvolve.

Quando a qualidade presente nas pessoas encontra consciência, estrutura, liderança, desempenho, gestão e cultura, a excelência começa a ganhar identidade. Ela deixa de representar somente um objetivo futuro e passa a aparecer na maneira como a organização pensa, decide, cuida, mede, aprende e evolui.

O reconhecimento mundial começa antes do ranking

Os sete hospitais brasileiros merecem ser celebrados. Suas posições projetam o país, valorizam os profissionais da saúde e mostram que o Brasil possui capacidade para produzir organizações reconhecidas internacionalmente.

Ao mesmo tempo, o ranking oferece uma oportunidade de aprendizagem. O reconhecimento mundial acontece depois que inúmeras pessoas escolheram estudar, cuidar, planejar, registrar, medir, investigar, cooperar e melhorar. Ele aparece depois que protocolos encontraram comportamentos, indicadores encontraram decisões e valores encontraram práticas.

Essa é uma das razões pelas quais a excelência precisa ser compreendida como identidade. Uma organização excelente ultrapassa a busca por um prêmio ou certificado. Ela desenvolve a capacidade de gerar valor de forma contínua e de renovar essa capacidade diante de novas necessidades.

O Einstein mostra até onde uma instituição brasileira pode chegar no cenário global. O Sírio-Libanês evidencia a força da evolução e da permanência. Oswaldo Cruz, Moinhos de Vento, HCor e Santa Catarina revelam a pluralidade das trajetórias de excelência. O Hospital das Clínicas da FMUSP demonstra que a saúde pública também pode ocupar um lugar entre as melhores do mundo.

Cada instituição possui sua história. Juntas, elas apresentam uma mensagem ao país: qualidade, ciência, liderança, gestão e cultura podem transformar capacidade em reconhecimento e cuidado em valor.

O ranking apresenta as posições. A reflexão mais importante começa depois dele:

O que o DNA da sua organização está produzindo de valor?

Porque excelência é a capacidade de transformar qualidade em valor.

Fontes consultadas

Nota editorial: o ranking geral World’s Best Hospitals 2026 — Top 250 é distinto das classificações nacionais e dos rankings mundiais por especialidades. Os números e posições apresentados neste artigo correspondem à lista global dos 250 hospitais.

A excelência começa quando a consciência encontra a vontade de evoluir.

Ronaldo José Damaceno | CEO Acreditare Gestores | Gestor, Consultor e Mentor Executivo em Produção e Qualidade | Escritor dos livros: A Qualidade Fazendo Parte de Você! Acredite, Você Pode Ter Alta Performance! O Amor Pela Excelência

Excelência vai além de processos. Ela nasce na forma como você pensa, age e entrega. Quando essa prática é vivida com consistência e propósito, a qualidade e alta performance deixa de ser esforço e passa a fazer parte da sua identidade. É nesse momento que ela se revela, como expressão de quem você se tornou. Porque, no final, excelência é você.

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Desenvolvemos a Identidade da Excelência, transformando propósito em direção, estratégia em sistema e resultados em cultura por meio de um método estruturado.

A EXCELÊNCIA TEM IDENTIDADE PORQUE A EXCELÊNCIA É VOCÊ

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Acreditare Gestores também entende a importância da tecnologia na gestão do capital humano. A empresa utiliza tecnologia avançada para oferecer soluções eficientes e inovadoras aos seus clientes, com testes de desempenho e personalidade. Além disso, Acreditare Gestores acompanha as tendências do mercado e as melhores práticas de gestão de pessoas para oferecer serviços de alta qualidade e que atendem às demandas dos seus clientes.

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O que é DNA e qual sua relação com a Excelência?

O que é DNA e qual sua relação com a Excelência?

Entenda o que é DNA organizacional, como ele representa a essência de uma organização e sua relação com a Identidade da Excelência, cultura e geração de valor.

Por: Ronaldo José Damaceno | Identidade da Excelência

O que é DNA?

DNA é a sigla para ácido desoxirribonucleico, molécula que armazena informações genéticas fundamentais para os seres vivos.

No ambiente organizacional, porém, a palavra DNA ganhou um significado simbólico muito poderoso.

Falamos em DNA de uma organização para representar aquilo que está profundamente incorporado à sua forma de pensar, agir e gerar valor.

É aquilo que aparece nos comportamentos, nas decisões, nas relações, nos processos, nas prioridades, na cultura e na maneira como a organização responde aos desafios.

Por isso, quando perguntamos: “Qual é o DNA desta organização?”,  estamos perguntando: “O que existe em sua essência e se manifesta continuamente na forma como ela atua?”

A qualidade sempre esteve no DNA da saúde

A saúde possui uma história profundamente relacionada à qualidade.

Cuidar significa observar, avaliar, prevenir, aprender, melhorar, proteger.

Desde os primeiros movimentos de organização dos serviços de saúde, existe uma busca permanente por melhores práticas.

Com o tempo, essa busca ganhou novos instrumentos:

  • protocolos;
  • indicadores;
  • gestão de riscos;
  • acreditação;
  • certificações;
  • melhoria contínua;
  • segurança do paciente;
  • sistemas de gestão.

Cada etapa ampliou a capacidade das organizações de compreender e aprimorar aquilo que fazem.

É justamente essa trajetória que exploramos no artigo: A Qualidade Sempre Esteve no DNA da Saúde

Mas existe uma pergunta ainda mais profunda: Se a qualidade está no DNA da saúde, como transformar essa essência em uma Identidade da Excelência?

DNA e Identidade são a mesma coisa?

São conceitos relacionados, mas possuem papéis diferentes.

Podemos pensar assim:

  • DNA representa a essência.
  • Identidade representa a expressão consciente dessa essência.

O DNA pode existir antes de ser percebido. Já a identidade começa quando aquilo que somos passa a ser reconhecido, compreendido e assumido.

Uma organização pode possuir valores muito fortes em sua história, pessoas comprometidas, cultura de cuidado, tradição em qualidade.

Mas quando essas características são reconhecidas e transformadas em princípios conscientes de gestão, surge uma identidade.

Da essência à identidade

Imagine uma organização que possui, ao longo de sua história:

cuidado + qualidade + segurança + aprendizado + respeito às pessoas.

Esses elementos fazem parte de sua essência.

Agora imagine que a organização decide transformar isso em uma maneira consciente de pensar e agir.

Ela define:

  • o que valoriza;
  • como toma decisões;
  • como lidera;
  • como estrutura processos;
  • como mede desempenho;
  • como desenvolve pessoas;
  • como aprende;
  • como gera valor.

A essência começa a ganhar forma.

É assim que podemos compreender a passagem:

DNA → Consciência → Identidade → Cultura → Excelência

O DNA da organização aparece nos detalhes

Uma organização revela seu DNA muito mais pelas práticas do que pelos discursos.

Ele aparece quando um:

  • paciente é atendido;
  • profissional recebe um feedback;
  • líder toma uma decisão;
  • problema é analisado;
  • indicador apresenta resultado;
  • equipe aprende com um evento;
  • processo é melhorado;
  • investimento é priorizado.

Esses momentos revelam o que realmente importa.

Por isso: O DNA de uma organização aparece naquilo que ela repete, valoriza e protege ao longo do tempo.

DNA e cultura

DNA e cultura também possuem uma relação muito interessante.

Podemos pensar no DNA como a essência e na cultura como a manifestação cotidiana dessa essência.

O DNA influencia aquilo que a organização tende a preservar. A cultura demonstra aquilo que as pessoas praticam coletivamente.  Por isso, uma organização pode dizer que valoriza excelência.

Mas sua cultura demonstra isso por meio de comportamentos concretos, como:

  • as pessoas trabalham;
  • os líderes conduzem;
  • os erros são tratados;
  • as decisões são tomadas;
  • os resultados são acompanhados;
  • as melhorias são reconhecidas.

A cultura torna visível aquilo que está profundamente incorporado à organização.

DNA e Liderança da Excelência

Os líderes possuem um papel decisivo nessa construção.

Eles interpretam valores, tomam decisões, estabelecem prioridades, reconhecem comportamentos, desenvolvem pessoas e influenciam a cultura.

Por isso: A liderança ajuda a transformar a essência da organização em comportamento coletivo.

Uma liderança alinhada ao DNA organizacional fortalece coerência.

Uma liderança consciente também consegue identificar quando existe distância entre aquilo que a organização declara e aquilo que pratica.

Aqui encontramos novamente o conceito de GAP.

DNA desejado → prática atual → GAP → desenvolvimento → identidade fortalecida.

DNA e Sistema da Excelência

A essência precisa encontrar estrutura. Os valores precisam aparecer nos processos, o propósito precisa aparecer nas decisões, a qualidade precisa aparecer nos indicadores, a segurança precisa aparecer nos controles e o aprendizado precisa aparecer nos planos de melhoria.

É por isso que o Sistema da Excelência possui papel fundamental. Ele transforma princípios em mecanismos de gestão.

Podemos visualizar assim:

DNA -> Princípios -> Processos -> Sistema -> Desempenho -> Valor -> Excelência

DNA e Desempenho da Excelência

Aquilo que está no DNA precisa aparecer nos resultados.

Se uma organização valoriza:

  • segurança, seus indicadores devem evidenciar segurança.
  • experiência do paciente, precisa acompanhar essa experiência.
  • desenvolvimento de pessoas, precisa acompanhar competências e evolução.
  • melhoria contínua, precisa demonstrar melhorias.

Assim, o desempenho funciona como uma espécie de espelho. Ele mostra quanto daquilo que a organização valoriza está realmente chegando à prática.

DNA e Identidade da Excelência

Aqui chegamos ao ponto central deste artigo.

A Identidade da Excelência pode ser compreendida como a expressão consciente daquilo que uma organização escolhe ser e entregar.

Ela integra:

Esses pilares dão forma à identidade. E o DNA oferece a essência que dá autenticidade a essa construção.

Por isso podemos propor: DNA é a essência que nos constitui. Identidade é a consciência que orienta como essa essência se manifesta.

Como descobrir o DNA da sua organização?

Algumas perguntas podem iniciar essa reflexão:

  • O que nossa organização preserva mesmo diante das mudanças?
  • Quais comportamentos são reconhecidos?
  • O que nossos líderes valorizam nas decisões?
  • O que nossos profissionais consideram essencial?
  • Que experiência desejamos proporcionar às pessoas?
  • Que tipo de resultado consideramos realmente importante?
  • Que histórias representam quem somos?
  • O que fazemos melhor quando estamos conectados ao nosso propósito?
  • O que gostaríamos que alguém dissesse sobre nossa organização daqui a dez anos?

Essas respostas ajudam a revelar elementos do DNA organizacional.

DNA, Identidade e geração de valor

A essência precisa chegar às pessoas.

Se o DNA representa aquilo que somos, a identidade organiza essa essência e a transforma em uma forma consciente de gerar valor.

Podemos pensar em uma cadeia:

  1. Essência
  2. Consciência
  3. Mentalidade
  4. Liderança
  5. Sistema
  6. Desempenho
  7. Cultura
  8. Identidade
  9. Valor
  10. Excelência

Essa cadeia representa uma das ideias centrais da nossa metodologia.

A excelência deixa de ser apenas um resultado esperado e passa a fazer parte da identidade da organização.

Perguntas frequentes

O que significa DNA organizacional?

É uma expressão utilizada para representar características, valores, comportamentos e princípios profundamente incorporados à identidade de uma organização.

Qual a relação entre DNA e cultura?

O DNA representa a essência; a cultura manifesta essa essência por meio de comportamentos, práticas e relações compartilhadas.

DNA e identidade organizacional são iguais?

São conceitos próximos. O DNA representa a essência, enquanto a identidade representa a forma consciente como essa essência é reconhecida e expressa.

Como descobrir o DNA de uma organização?

Por meio da análise de sua história, valores, comportamentos, decisões, cultura, práticas, relações e elementos que permanecem consistentes ao longo do tempo.

Qual a relação entre DNA e excelência?

O DNA fornece autenticidade à excelência. Quando a organização reconhece sua essência e a transforma em princípios, práticas, liderança, sistemas e cultura, a excelência passa a fazer parte de sua identidade.

Por onde continuar?

Se você chegou aqui refletindo sobre o DNA da organização, recomendo esta jornada:

A Qualidade Sempre Esteve no DNA da Saúde

Depois:

O que é Qualidade e como ela gera valor?

O que é Mentalidade e como influencia os resultados?

O que é Identidade da Excelência?

O que é DNA da Excelência?

DNA: a essência por trás da excelência

Conclusão

Toda organização possui uma história, valores, aprendizados, comportamentos, características que permanecem ao longo do tempo.

Esse conjunto forma sua essência.

Seu DNA.

A grande oportunidade está em reconhecer essa essência e transformá-la em uma identidade consciente.

Quando a organização compreende quem é, consegue definir com maior clareza: como pensa, como lidera, como trabalha, como decide, como mede, como aprende e como gera valor.

É nesse movimento que o DNA encontra a Identidade da Excelência.

O DNA revela quem somos. A Identidade da Excelência revela como escolhemos expressar quem somos para gerar valor.

E essa talvez seja uma das perguntas mais poderosas para qualquer organização: Qual é o DNA que queremos transformar em legado?

Excelência é a capacidade de transformar qualidade em valor

Ronaldo José Damaceno | CEO Acreditare Gestores | Gestor, Consultor e Mentor Executivo em Produção e Qualidade | Escritor dos livros: A Qualidade Fazendo Parte de Você! Acredite, Você Pode Ter Alta Performance! O Amor Pela Excelência

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Qual é o DNA da Liderança da Excelência?

Qual é o DNA da Liderança da Excelência que Gera Valor?

Descubra como DNA, GAP, RNA e CHARA revelam a essência, a transformação e o desenvolvimento de uma liderança capaz de gerar valor.

Por: Ronaldo José Damaceno | Liderança da Excelência

Toda liderança possui um DNA. Ele se forma pelas experiências vividas, pelos conhecimentos adquiridos, pelas escolhas realizadas, pelos comportamentos praticados e pelos valores que orientam decisões.

Com o tempo, esse conjunto passa a revelar quem somos quando lideramos.

É por isso que duas pessoas podem ocupar a mesma posição, possuir responsabilidades semelhantes e produzir experiências completamente diferentes em suas equipes.

O cargo pode ser o mesmo, a autoridade pode ser semelhante, a estrutura pode ser igual.

O que muda é o DNA da liderança.

Quando a Liderança encontra a Mentalidade da Excelência, surge uma pergunta ainda mais profunda: Qual é o DNA de uma Liderança da Excelência?

A resposta começa pela essência, passa pela consciência daquilo que precisa evoluir e chega à capacidade de transformar intenção em comportamento, resultado e valor.

É nesse percurso que encontramos quatro conceitos que ajudam a compreender essa transformação: DNA, GAP, RNA e CHARA.

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O DNA revela quem somos

O DNA representa aquilo que está incorporado.

Na liderança, ele pode ser percebido na maneira como o líder, pensa, decide, comunica, influência, desenvolve pessoas e responde aos desafios.

O DNA da Liderança da Excelência começa na consciência sobre o próprio papel, sobre as pessoas, sobre o impacto das decisões, sobre a cultura que cada comportamento ajuda a construir e sobre o valor que a liderança pretende gerar.

Por isso, o DNA da liderança vai muito além de competências técnicas. Ele envolve identidade, propósito, valores, mentalidade e a maneira como o líder transforma aquilo em que acredita naquilo que pratica.

O DNA da liderança é aquilo que permanece quando retiramos o cargo, a posição e os instrumentos de gestão.

É a essência que continua aparecendo nas escolhas.

Liderança da Excelência:

Mentoria Acreditare GAP

Da Lacuna à Alta Performance

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O verdadeiro valor da liderança surge quando o líder toma consciência do poder que possui para influenciar, inspirar e transformar a vida das pessoas. É essa consciência que transforma autoridade em influência e influência em geração de valor.

Liderança da Excelência: Mentoria Acreditare GAP
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Quando a Mentalidade encontra a Liderança

A Mentalidade da Excelência oferece uma nova maneira de interpretar a realidade. Ela pergunta: O que podemos construir?

A Liderança da Excelência transforma essa maneira de pensar em direção. Ela pergunta:  Como conduziremos essa construção?

A mentalidade amplia a consciência, orienta o pensamento e a liderança transforma consciência em influência, traduz pensamento em escolhas.

E essas escolhas começam a formar pessoas, equipes, sistemas e culturas.

A Mentalidade da Excelência oferece direção interior. A Liderança da Excelência transforma essa direção em movimento coletivo.

O GAP revela onde podemos evoluir

Se o DNA mostra quem somos, precisamos fazer uma segunda pergunta: Onde podemos evoluir?

Aqui aparece o GAP. Ele representa a distância entre a realidade atual e o potencial que desejamos alcançar.

Na liderança, ele pode aparecer em diferentes dimensões:

  • autoridade e influência;
  • estratégia e execução;
  • discurso e comportamento;
  • gestão de tarefas e desenvolvimento de pessoas;
  • indicadores e aprendizagem;
  • resultado imediato e valor sustentável;
  • processos estruturados e cultura incorporada.

O GAP oferece uma oportunidade preciosa: enxergar aquilo que pode evoluir.

Quando o líder reconhece seu GAP, amplia sua capacidade de escolha.

Ele passa a enxergar com mais clareza aquilo que precisa fortalecer, transformar ou incorporar.

O GAP revela o espaço disponível para nossa evolução.

Essa mudança de perspectiva é importante para a Liderança da Excelência.

O GAP deixa de ser apenas uma lacuna e passa a ser um espaço de construção.

O RNA traduz a mudança

Reconhecer o GAP cria consciência. A transformação começa quando essa consciência encontra uma nova forma de agir.

É aqui que utilizamos o RNA como metáfora para representar a expressão da mudança.

Se o DNA representa aquilo que está incorporado, o RNA representa a mensagem que começa a traduzir essa essência em expressão.

Na liderança, essa expressão aparece nas decisões, na comunicação, nos comportamentos, nos rituais, nas prioridades, nos relacionamentos, na forma de reconhecer pessoas, na maneira de conduzir reuniões, na utilização dos indicadores, na condução dos processos e na forma de enfrentar problemas.

A mudança começa quando a nova mentalidade passa a aparecer no cotidiano.

O RNA da Liderança da Excelência é a expressão prática de uma nova mentalidade.

Pensar diferente começa a produzir escolhas diferentes. As escolhas diferentes produzem comportamentos diferentes que começam a produzir novas experiências que podem formar uma nova cultura.

Da Liderança ao Sistema

Uma liderança transforma pessoas, elas transformam processos, que uma vez estruturados transformam sistemas, que quando utilizados de forma consistente fortalecem a cultura que orienta a identidade da excelência e sustenta os resultados com propósito em gerar valor.

Por isso, a Liderança da Excelência precisa dialogar permanentemente com o Sistema da Excelência.

O sistema oferece estrutura e a liderança oferece direção e significado.

Quando ambos caminham juntos, qualidade deixa de ser apenas conformidade e passa a contribuir para aprendizagem, decisão, inovação e evolução.

Essa integração também ajuda a compreender uma ideia importante: Aquilo que a organização acredita precisa encontrar expressão naquilo que ela faz.

O sistema registra, o processo organiza, o indicador sinaliza, a liderança interpreta, a equipe executa, a cultura incorpora, o resultado evidencia e o valor confirma.

O CHARA desenvolve a capacidade

Uma nova mentalidade precisa encontrar capacidade para se transformar em realidade.

É aqui que entra o CHARA: Conhecimento, Habilidade, Atitude, Resultado e Amor.

O conhecimento amplia a compreensão, a habilidade transforma conhecimento em capacidade de realização, a atitude coloca a escolha em movimento, o resultado evidencia o que foi gerado e o amor acrescenta significado àquilo que fazemos.

Na Liderança da Excelência, o CHARA ajuda a integrar competência e propósito.

Porque liderar exige:

  • Conhecimento sobre gestão, pessoas, estratégia, processos e sistemas.
  • Habilidades de comunicação, decisão, negociação, desenvolvimento e influência.
  • Atitudes coerentes com os valores escolhidos.
  • Resultados capazes de gerar valor.
  • Amor pelas pessoas, pelo propósito e pela própria busca da excelência.

Conhecimento prepara. Habilidade realiza. Atitude movimenta. Resultado evidencia. Amor dá significado.

Qual é, então, o DNA da Liderança da Excelência?

Depois de percorrer esse caminho, podemos voltar à pergunta inicial.

Qual é o DNA da Liderança da Excelência?

Ele está na integração entre consciência, mentalidade, propósito, influência, desenvolvimento, resultado e valor.

É uma liderança que compreende que cada:

  • Decisão comunica.
  • Comportamento ensina.
  • Escolha influência.
  • Conversa pode desenvolver.
  • Processo pode sustentar uma experiência melhor.
  • Resultado pode revelar uma oportunidade de evolução.
  • Indicador pode gerar aprendizagem.

Essa liderança cria condições para que pessoas, sistemas e culturas evoluam juntos.

O DNA da Liderança da Excelência está na capacidade de transformar consciência em influência, influência em desenvolvimento e desenvolvimento em valor.

DNA, GAP, RNA e CHARA

Podemos resumir essa jornada em quatro perguntas:

ConceitoPerguntaPapel na Liderança
DNAQuem somos?Revela a essência e a identidade
GAPOnde podemos evoluir?Evidencia a distância entre realidade e potencial
RNAComo transformamos?Traduz a mentalidade em escolhas e comportamentos
CHARAO que precisamos desenvolver?Integra Conhecimento, Habilidade, Atitude, Resultado e Amor

Essa relação forma uma jornada: DNA → GAP → RNA → CHARA → VALOR

Mas a jornada continua.

Quando:

  • Novos comportamentos se tornam consistentes, eles passam a fazer parte da cultura.
  • A cultura incorpora esses comportamentos, eles começam a fazer parte da identidade.

E aquilo que foi construído passa a formar um novo DNA.

Assim: DNA → GAP → RNA → CHARA → VALOR → NOVO DNA

A transformação deixa de ser um evento e passa a ser um processo contínuo de evolução.

Liderança que gera valor

Talvez o maior indicador de uma Liderança da Excelência esteja justamente no valor que ela consegue gerar.

Valor para:

  • As pessoas e equipes.
  • Os clientes.
  • A organização.
  • O sistema de saúde.
  • Sociedade.

Resultado é importante, desempenho é essencial, qualidade é estrutura, sistema é sustentação e cultura é permanência.

Mas tudo isso encontra significado quando existe valor percebido por quem recebe aquilo que a organização entrega.

Por isso, a Liderança da Excelência pergunta: “Que valor estamos gerando por meio daquilo que entregamos?”

Essa pergunta muda a maneira de liderar.

O encontro continua

O encontro entre Liderança e Mentalidade da Excelência abre outras possibilidades.

Quando a Mentalidade encontra:

  • O Sistema: Qual é o DNA do Sistema da Excelência?
  • A Cultura: Qual é o DNA da Cultura da Excelência?
  • O Desempenho: Qual é o DNA do Desempenho da Excelência?
  • A Qualidade: Qual é o DNA da Qualidade?

E cada encontro pode revelar seu próprio DNA, seu GAP, seu RNA e seu CHARA.

É assim que a Identidade da Excelência começa a ganhar forma.

  • Mentalidade orienta.
  • Liderança conduz.
  • Sistema estrutura.
  • Cultura incorpora.
  • Desempenho evidencia.
  • Qualidade sustenta.
  • CHARA desenvolve.
  • Valor confirma.

E a identidade integra tudo isso.

Uma pergunta para levar com você

Se toda liderança possui um DNA, vale olhar para dentro e perguntar:

Qual é o DNA da minha liderança?

  • O que meus comportamentos revelam?
  • O que minhas decisões comunicam?
  • Que cultura estou ajudando a construir?
  • Que valor minha liderança está gerando?

E, principalmente: Qual é o próximo GAP que posso transformar em oportunidade de evolução?

Porque talvez a Liderança da Excelência comece exatamente nesse momento: quando a consciência sobre quem somos encontra a decisão sobre quem escolhemos ser.

E, a partir dessa escolha, começa uma nova jornada.

  • Descobrir o DNA.
  • Reconhecer o GAP.
  • Expressar o RNA.
  • Desenvolver o CHARA.
  • Gerar Valor.
  • Construir Excelência.

Excelência é a capacidade de transformar qualidade em valor.

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A evolução da liderança
O caminho para destravar potenciais

Cada degrau representa um novo nível de maturidade, cada nível abre novas possibilidade e cada escolha define seu próximo passo.

Da inspeção à consciência para uma Liderança da Excelência

  • Propósito e Clareza
  • Liderança Consciente
  • Equilíbrio: Mente, Evolução e Ação
  • Alta Performance, resultados sustentáveis
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Mentoria Acreditare TAP, é a etapa máxima da Jornada da Excelência para Times de Alta Performance. Aqui, tudo se integra: consciência, método, cultura e propósito. O time se vê como parte integrante de um projeto de identidade da excelência, que é a cultura que assume a responsabilidade da transformação de resultados que se sustentam.

A Jornada do Time TAP
Mentoria Acreditare TAP

Playlist Gestão com Alma

Assista e descubra mais sobre a Mentoria Acreditare GAP

Ronaldo Damaceno, comenta neste vídeos, o porquê criou a mentoria Acreditare GAP, para quem é, e como ela funciona na prática.

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A Mentoria Acreditare GAP: Da Lacuna à Excelência para pessoas que querem se transformar em Gestores de Alta Performance.

Foi criada para desenvolver o CHARA: Conhecimentos, Habilidades, Atitudes, Resultados e Amor na arte de ser gesto. Nela você aprenderá estratégias, técnicas e ferramentas para acelerar os resultados da sua organização. Estabelecendo um plano tático e operacional, com processo claro, objetivo e com indicadores para monitorar o desempenho rumo ao seu objetivo estabelecido.

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O que é um Gestor de Alta Performance?

  • É o profissional que faz a diferença por onde passa.
  • Ele une propósito, clareza, plano, processo e indicadores para monitorar o desempenho.
  • Alavanca resultados, com objetivo de atingir objetivos estratégicos para as empresas que representa.
  • Se você quer sair do improviso, fazer uma gestão focada na excelência, existem soluções específicas para desenvolver esse potencial.
  • Se te interessou, consulte a Mentoria Acreditare GAP.

Casamento com a Excelência

Nesta série inspiradora, convido você a viver um verdadeiro Casamento com a Excelência. Aqui, cada vídeo mergulha em um valor essencial que me guiou em mais de 30 anos de trajetória na gestão executiva, produção e qualidade. São 14 princípios transformadores – como Disciplina, Fé, Perseverança, Atitude, Ética e Resiliência – que se tornaram alicerces de alta performance em minha vida pessoal e profissional. Se você busca crescimento, consistência e resultados sustentáveis, esta playlist é o seu ponto de partida. Assista, reflita, pratique e transforme sua jornada.

Ritmo da Gestão

Ritmo da Gestão é uma jornada que conecta música, liderança e alta performance. Aqui, cada vídeo é uma batida que te ensina a planejar, liderar, ouvir e evoluir. Você vai descobrir como os bastidores da gestão, os ensaios e até o setlist da sua equipe influenciam diretamente os seus resultados. Seja você um gestor, um líder ou alguém que quer viver a excelência no dia a dia, essa playlist é para te inspirar a conduzir sua própria orquestra.
🎙️ Alta performance tem ritmo. E a sua gestão pode ser um espetáculo. Vem comigo nessa jornada!

Efeito Miojo

É quando a pressa consome a essência. É assumirmos a era dos 15 segundos, onde tudo precisa ser rápido.

Será que essa velocidade está nos afastando da qualidade, da atenção e da verdadeira excelência?

Nesta série de vídeos, exploramos como equilibrar agilidade com profundidade, evitar o burnout e valorizar o que realmente importa.

Estratégias e Resultados

Transformar planejamento em conquistas é o que diferencia um gestor comum de um Gestor de Alta Performance.
Na série Estratégias e Resultados, você encontra shorts e vídeos práticos, diretos e inspiradores, que mostram como cada decisão pode gerar impacto real na sua vida profissional.

Webinar Café & Gestão

Comece o seu dia de forma produtiva e inspiradora com o nosso Webinar Café & Gestão! Participe de sessões matinais com especialistas renomados que discutem temas atuais e relevantes sobre gestão e negócios. Expanda sua rede de contatos e adquira insights práticos para aplicar no seu trabalho. Não perca a chance de transformar suas manhãs e impulsionar sua carreira! Acesse nossa playlist e fique por dentro dos próximos eventos.

Podcast AQFPV

Podcast AQFPV é o seu espaço de inspiração e motivação para melhorar o desempenho e competir com alta performance, com mensagens do livro e da mídia, explicadas em áudio ou imagem, para aproximar mais do público que sonha em melhorar seu desempenho e obter resultados superiores.

Entrevistas Acreditare

Podcast Você em Evidência

Saiba mais sobre Acreditare Gestores

Acreditare Gestores também entende a importância da tecnologia na gestão do capital humano. A empresa utiliza tecnologia avançada para oferecer soluções eficientes e inovadoras aos seus clientes, com testes de desempenho e personalidade. Além disso, Acreditare Gestores acompanha as tendências do mercado e as melhores práticas de gestão de pessoas para oferecer serviços de alta qualidade e que atendem às demandas dos seus clientes.

Livro A Qualidade Fazendo Parte de Você!

Essa obra retrata a qualidade como um potencial que se estabelece em crenças do indivíduo perante suas próprias competências e através do envolvimento em atividades rotineiras com afinco, dedicação e amor, de maneira que satisfaça o cliente. O trabalho coletivo, a comunicação autêntica e empática, o afeto, a busca pela melhoria contínua, a criação e o manejo de objetivos, e a felicidade pessoal, são os demais itens inclusos na filosofia da Qualidade como algo que nasce a partir do indivíduo.

Veja como repercutiu nos canais de comunicação o livro A Qualidade Fazendo Parte de Você

O livro lançado em 2020, em meio a pandemia, teve uma boa repercussão na mídia impressa, rádio e TV. Neste artigo clipamos os melhores momentos. Veja como foi.

Livro: Acredite, você pode ter alta performance!

O livro traz uma análise profunda das histórias de sucesso de personalidades como Akio Morita, Lee Iacocca, Jack Welch, Steve Jobs, Nelson Mandela, Roberto Marinho, Pelé e Ayrton Senna.

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