Uma empresa pode lançar um produto extraordinário e conquistar o mercado.
Pode apresentar resultados financeiros expressivos, desenvolver tecnologias inovadoras e construir uma marca conhecida mundialmente.
Sustentar admiração durante 19 anos consecutivos, porém, provoca outra pergunta:
O que precisa existir por trás dos resultados para que uma organização continue sendo reconhecida ao longo do tempo?
Em janeiro de 2026, a Apple voltou a ocupar a primeira posição do ranking World’s Most Admired Companies, elaborado pela Fortune em parceria com a Korn Ferry. Foi o 19º ano consecutivo da empresa no topo. Mais de 3 mil executivos, conselheiros e analistas participaram da avaliação. Korn Ferry
A notícia chama atenção pelo reconhecimento. A história por trás dela nos convida a investigar algo maior.
O que significa ser uma empresa admirada?
O ranking avalia empresas a partir de nove critérios, envolvendo aspectos como qualidade da gestão, capacidade de atrair talentos, qualidade de produtos, responsabilidade social e valor dos investimentos. Korn Ferry
Na edição de 2026, a Korn Ferry destacou na Apple aspectos relacionados à gestão de talentos, capital, cadeia de suprimentos e inovação. Korn Ferry
A própria análise da consultoria oferece uma pista interessante: organizações admiradas conseguem alinhar estratégia, liderança e cultura, investindo em talentos, construindo confiança e transformando equipes engajadas em resultados sustentados. Korn Ferry
Durante o período que consolidou essa trajetória, a Apple foi liderada por Tim Cook, CEO entre 2011 e 2026 e atual Executive Chairman. Em setembro de 2026, John Ternus assumiu como CEO após um processo de sucessão planejado. Apple
A Apple afirma que, durante a gestão de Cook, seus valores centrais ganharam maior presença na tomada de decisões e no desenvolvimento de produtos.
Privacidade e segurança foram tratados como direitos dos usuários; acessibilidade ganhou espaço na inovação; pertencimento, dignidade e respeito passaram a fazer parte explicitamente da narrativa de liderança da companhia. Apple
Uma revisão acadêmica recente sobre Inteligência Emocional e resultados da liderança reforça a relevância do tema diante da crescente complexidade do trabalho dos líderes. Outra revisão sistemática, baseada em 42 estudos, encontrou relações entre liderança empática e dimensões como relacionamentos interpessoais, práticas de liderança, percepção, desempenho e bem-estar. DOI
Isso permite fazer uma aproximação cuidadosa.
O reconhecimento da Apple, por si só, mede reputação corporativa. Já os comportamentos de liderança publicamente documentados podem ser analisados à luz de competências estudadas pela literatura de Inteligência Emocional.
E surge uma pergunta:
Quanto da excelência percebida de uma organização começa na maneira como seus líderes percebem, interpretam, escolhem e influenciam pessoas?
Uma organização com milhares de pessoas precisa transformar valores em experiências cotidianas.
Na apresentação de sua cultura, a Apple afirma que seus valores compartilhados inspiram aquilo que as pessoas fazem e relaciona explicitamente o trabalho à contribuição individual, crescimento, bem-estar e pertencimento. Apple
É uma passagem importante.
Valor declarado → liderança → comportamento → experiência → cultura.
Pela perspectiva da Identidade da Excelência, cultura ganha força quando aquilo que a organização acredita começa a ser repetido em comportamentos reconhecíveis pelas pessoas.
Nossa pesquisa encontrou evidência histórica de certificação ISO 9001:2015 para a Apple Operations Europe, em Cork, abrangendo atividades operacionais relacionadas a manufatura, vendas, entrega e suporte pós-venda. O certificado localizado tinha validade até julho de 2023. Manuals+
Para 2026, a própria Apple confirma que sua fábrica em Cork possui certificação ISO 14001, voltada à gestão ambiental. Apple
Essas informações sugerem uma distinção relevante.
Uma certificação evidencia atendimento a determinados requisitos dentro de um escopo definido.
A excelência percebida pelo mercado envolve uma combinação muito mais ampla de experiências e resultados.
Talvez a pergunta mais produtiva seja:
Qual é o papel dos sistemas para sustentar aquilo que liderança e cultura desejam entregar?
Na Identidade da Excelência, o Sistema organiza processos, padrões, riscos, indicadores, auditorias e melhoria contínua. Ele oferece estrutura.
A liderança mobiliza pessoas. O desempenho evidencia resultados. A gestão transforma decisões em execução. A cultura sustenta comportamentos. E todos precisam encontrar uma finalidade comum.
Sustentabilidade também precisa chegar ao resultado
Há outro dado concreto.
No Environmental Progress Report 2026, a Apple informa redução superior a 60% nas emissões globais de gases de efeito estufa em relação à linha de base de 2015. Apple
Talvez essa seja a contribuição mais importante da análise.
O ranking evidencia reconhecimento. Os relatórios evidenciam resultados. As certificações evidenciam sistemas e requisitos dentro de seus respectivos escopos. As pesquisas ajudam a compreender comportamentos humanos e liderança.
A Identidade da Excelência nos convida a observar como essas partes se relacionam para gerar benefícios percebidos pelas pessoas.
Essa leitura também ajuda a evitar uma simplificação.
A Apple ocupa a primeira posição porque a metodologia da Fortune/Korn Ferry captou elevada reputação entre os participantes segundo seus critérios. Korn Ferry
O que existe dentro de uma organização para que aquilo que ela acredita consiga atravessar liderança, sistemas, resultados e cultura até ser percebido por outras pessoas?
Talvez seja justamente nessa travessia que a excelência começa a adquirir identidade.
Uma empresa pode conquistar um prêmio. Obter uma certificação. Apresentar um grande resultado.
A construção de uma identidade exige consistência.
A Apple oferece um caso interessante porque encontramos, simultaneamente, reconhecimento de mercado, práticas de liderança documentadas, valores organizacionais, sistemas estruturados e resultados ambientais mensuráveis.
Nenhum desses elementos, isoladamente, explica 19 anos de admiração.
Juntos, porém, oferecem material suficiente para fazermos uma pergunta que interessa a qualquer organização:
Que identidade estamos construindo por meio daquilo que pensamos, lideramos, sistematizamos, medimos, gerimos e repetimos todos os dias?
Porque reconhecimento pode chegar depois.
Primeiro, precisamos gerar algo que mereça ser reconhecido.
E quando essa capacidade deixa de depender de uma ação isolada e passa a fazer parte da maneira como uma organização pensa, decide, trabalha, aprende e se relaciona, começamos a trilhar uma Identidade da Excelência.
A Acreditare Gestores desenvolve empresas e lideranças para percorrer essa jornada: conectar mentalidade, liderança, sistemas, desempenho, gestão e cultura para transformar qualidade e resultados em valor consciente, consistente e sustentável.
Porque empresas podem buscar reconhecimento.
Empresas de excelência começam construindo aquilo que as pessoas terão motivos para reconhecer.
Desenvolvemos a Identidade da Excelência, transformando propósito em direção, estratégia em sistema e resultados em cultura por meio de um método estruturado.
Acreditare Gestores também entende a importância da tecnologia na gestão do capital humano. A empresa utiliza tecnologia avançada para oferecer soluções eficientes e inovadoras aos seus clientes, com testes de desempenho e personalidade. Além disso, Acreditare Gestores acompanha as tendências do mercado e as melhores práticas de gestão de pessoas para oferecer serviços de alta qualidade e que atendem às demandas dos seus clientes.
Entenda o que é Geração de Valor, como pessoas, processos, decisões e resultados se conectam para produzir benefícios percebidos e gerar excelência sustentável.
Entenda o que é Geração de Valor, como pessoas, processos, decisões e resultados se conectam para produzir benefícios percebidos e gerar excelência sustentável.
Todos os dias, pessoas e organizações trabalham, executam atividades, utilizam recursos, tomam decisões, entregam produtos, prestam serviços e acompanham resultados.
Mas existe uma pergunta que deveria anteceder e acompanhar tudo isso:
A pergunta parece simples. Entretanto, ela muda profundamente a maneira como compreendemos qualidade, processos, desempenho, gestão e excelência.
Porque fazer alguma coisa não significa necessariamente gerar valor.
Uma atividade pode ser realizada sem produzir uma entrega relevante. Uma entrega pode ser concluída sem alcançar o resultado esperado. Um resultado pode atingir uma meta e, ainda assim, produzir pouco benefício para as pessoas.
Por isso, compreender Geração de Valor significa ir além daquilo que fazemos e observar a transformação que aquilo que fazemos consegue produzir.
De maneira simples, Geração de Valoré a capacidade de transformar recursos, conhecimentos, decisões e ações em resultados que produzam benefícios relevantes para as pessoas e demais partes interessadas.
Isso significa que valor não está apenas na atividade realizada.
Também não está somente naquilo que entregamos. Ele aparece na relação entre necessidade, transformação, resultado e benefício percebido.
Podemos representar esse movimento:
Necessidade → Valor desejado → Recursos → Processos → Entregas → Resultados → Valor percebido
Imagine uma empresa que implemente uma nova tecnologia.
A tecnologia é um recurso. Sua implantação é uma ação. Seu funcionamento pode ser uma entrega.
A redução do tempo de atendimento pode ser um resultado.
Mas o valor começa a se revelar quando essa transformação produz benefícios relevantes: maior agilidade, segurança, facilidade, confiança, satisfação ou outra consequência significativa para as pessoas.
Portanto: Gerar valor é produzir uma transformação que faça diferença para alguém.
Uma organização pode realizar milhares de atividades e, ainda assim, ter dificuldade para demonstrar o valor produzido.
Podemos observar quatro níveis:
Atividade — aquilo que fazemos.
Entrega — aquilo que disponibilizamos a partir do que fazemos.
Resultado — aquilo que conseguimos alcançar.
Valor — o benefício relevante produzido por esse resultado para as pessoas.
Considere um treinamento de liderança. Realizar o treinamento é uma atividade. Profissionais capacitados representam uma entrega.
Melhorar determinados comportamentos de liderança pode representar um resultado.
Quando essa mudança melhora confiança, comunicação, engajamento, decisões e experiência das pessoas, começamos a perceber o valor gerado.
Isso muda uma pergunta muito comum na gestão.
Em vez de perguntarmos apenas: “O que fizemos?” podemos avançar para: “O que mudou a partir daquilo que fizemos?”. E finalmente: “Que valor essa mudança gerou para as pessoas?”
Essa talvez seja uma das questões mais importantes.
As organizações planejam aquilo que desejam entregar. Definem características, estabelecem padrões, criam processos, determinam metas.
Mas o valor é compreendido pela perspectiva de quem recebe.
Por isso, podemos distinguir:
Valor desejado — aquilo que as pessoas necessitam ou esperam.
Valor planejado — aquilo que a organização pretende produzir.
Valor produzido — aquilo que os processos e decisões efetivamente conseguem entregar.
Valor percebido — aquilo que as pessoas reconhecem a partir da experiência e dos resultados obtidos.
Idealmente, essas dimensões se aproximam, mas nem sempre isso acontece. E justamente nessa distância podem surgir alguns dos GAPs mais importantes da gestão.
Podemos entregar exatamente aquilo que planejamos e descobrir que não era exatamente aquilo que as pessoas valorizavam.
Gerar valor exige, portanto, consciência antes da execução e aprendizado depois dela.
Existe uma relação profunda entre elas, porém são coisas diferentes. A qualidade oferece características, condições, padrões e capacidades que permitem atender requisitos e necessidades.
A Geração de Valor amplia a pergunta: O que essa qualidade consegue produzir de relevante para as pessoas?
Uma organização pode possuir processos tecnicamente excelentes, profissionais competentes, equipamentos modernos e padrões rigorosos.
Tudo isso representa capacidades importantes, mas a excelência começa a ganhar outro significado quando essas capacidades conseguem produzir resultados relevantes.
Qualidade, portanto, não deveria terminar na conformidade. Ela precisa participar de uma transformação:
Qualidade → Processos → Resultados → Benefícios → Valor
Quanto mais conseguimos compreender essa relação, mais a gestão deixa de olhar apenas para aquilo que possui e passa a observar aquilo que consegue transformar.
Um processo pode funcionar muito bem isoladamente.
Mas, se sua entrega não estiver integrada à etapa seguinte, o valor final pode ser comprometido.
Por isso, otimizar partes nem sempre significa otimizar o todo.
Essa é uma das razões pelas quais a Cadeia de Valor se torna tão importante para a gestão: ela nos ajuda a compreender como diferentes partes da organização participam conjuntamente daquilo que as pessoas finalmente percebem como valor.
E essa diferença merece um aprofundamento próprio: Qual a diferença entre Processo eCadeia de Valor?
Se os processos mostram como determinadas transformações acontecem, a Cadeia de Valor ajuda a enxergar como essas transformações se conectam.
Pessoas.
Competências.
Tecnologias.
Fornecedores.
Infraestrutura.
Processos.
Informações.
Decisões.
Entregas.
Relacionamentos.
Tudo isso pode participar da construção do valor.
A pergunta deixa de ser apenas: “Este processo funciona?” e passa a incluir: “Como este processo se conecta aos demais para construir o valor que desejamos entregar?”
Isso explica por que organizações com recursos semelhantes podem produzir experiências e resultados muito diferentes.
O diferencial pode estar menos nos recursos isolados e mais na maneira como eles são integrados para gerar valor.
Se afirmamos que determinado processo, projeto ou estratégia gera valor, precisamos buscar evidências.
Indicadores ajudam a acompanhar o que está acontecendo. Metas estabelecem resultados esperados. Análises ajudam a interpretar diferenças. Mas medir apenas atividade pode produzir uma falsa sensação de desempenho.
Imagine três indicadores:
Treinamentos realizados: 20
Profissionais treinados: 300
Horas de capacitação: 1.200
Todos podem ser úteis.
Mas nenhum deles, isoladamente, demonstra se a capacitação melhorou o desempenho das pessoas ou produziu benefícios para a organização e seus clientes.
Precisamos avançar:
Atividade → Entrega → Resultado → Impacto → Valor
É por isso que indicadores precisam estar ligados às perguntas que queremos responder.
Medir aquilo que fazemos é importante. Compreender aquilo que transformamos é ainda mais importante.
Se gerar valor depende de percepção, pessoas, processos, resultados, decisões e aprendizado, então dificilmente ele será produzido de maneira sustentável por uma única área ou ferramenta.
Intenção e engajamento precisam encontrar estrutura.
Processos precisam ser definidos. Responsabilidades precisam estar claras. Riscos precisam ser tratados. Padrões precisam orientar a execução. Recursos e competências precisam estar disponíveis.
Dados → Indicadores → Análise crítica → Conhecimento → Decisões → Plano de melhoria → Valor → Excelência
Aqui observamos processos, Cadeia de Valor, indicadores, metas, entregas e resultados. Mas existe uma pergunta que impede o desempenho de se transformar apenas em números: O que esses resultados demonstram para as pessoas?
Podemos alcançar uma meta sem gerar o benefício esperado, melhorar produtividade e comprometer experiência, reduzir custos e ampliar riscos e ser interpretado à luz do valor que desejávamos produzir.
Desempenho evidencia se aquilo que fazemos está realmente contribuindo para o valor esperado.
Uma cultura precisa ajudar a gerá-lo continuamente.
Quando comportamentos capazes de produzir valor são compreendidos, praticados, aprimorados e repetidos, eles começam a fazer parte da maneira como a organização funciona.
Quando uma organização consegue gerar valor ocasionalmente, temos um resultado positivo. Se consegue repeti-lo, começamos a perceber consistência. Se aprendemos a melhorar continuamente essa capacidade, construímos sustentabilidade. E quando essa maneira de gerar valor passa a ser percebida e reconhecida pelas pessoas, surge algo ainda maior: Identidade.
Podemos representar essa evolução:
Qualidade → Geração de Valor → Valor percebido → Consistência → Reconhecimento → Identidade
É por isso que a Identidade da Excelência não deveria ser compreendida apenas como aquilo que a organização declara sobre si mesma. Ela precisa aparecer na experiência das pessoas.
Imagine um laboratório que estabeleça como objetivo reduzir o prazo de liberação de determinados exames. Ele redesenha processos, investe em tecnologia, treina profissionais, define indicadores, estabelece metas e consegue reduzir o prazo.
Houve resultado, mas a análise de valor precisa continuar.
Essa redução permitiu decisões clínicas mais rápidas?
Contribuiu para segurança?
Melhorou a experiência do paciente?
Aumentou a confiabilidade?
Reduziu tempo de espera por uma conduta?
Produziu algum efeito indesejado?
A meta nos informa aquilo que alcançamos.
A Geração de Valor nos ajuda a compreender o significado daquilo que alcançamos para as pessoas.
É justamente essa passagem que aproxima desempenho de excelência.
Identidade da Excelência | Notícias que Geram Valor
Uma série dedicada a notícias, pesquisas, rankings, indicadores e casos reais que mostram como organizações transformam qualidade, liderança, sistemas, desempenho, gestão, pessoas e cultura em valor para a sociedade.
Em cada episódio, vamos além da manchete para interpretar o que as evidências ensinam sobre os caminhos da excelência.
Geração de Valor é a capacidade de transformar recursos, conhecimentos, decisões e ações em resultados capazes de produzir benefícios relevantes para pessoas e demais partes interessadas.
Resultado demonstra aquilo que foi alcançado. Valor considera também o benefício e a relevância desse resultado para quem recebe, utiliza ou é impactado por ele.
Os processos organizam atividades, recursos, responsabilidades e conhecimentos para produzir entregas e resultados. Na perspectiva da excelência, precisamos compreender como esses resultados contribuem para o valor esperado.
O processo ajuda a compreender como atividades são organizadas para produzir determinada transformação. A Cadeia de Valor oferece uma visão mais ampla sobre como diferentes atividades, processos e capacidades se conectam na construção do valor.
É necessário combinar evidências de execução e resultados com a compreensão dos benefícios produzidos e de como esses benefícios são percebidos pelas pessoas e demais partes interessadas.
Organizações precisam executar, estabelecer processos, definir objetivos, medir resultados, alcançar metas. mas tudo isso encontra um significado maior quando conseguimos responder: Que valor estamos gerando para as pessoas?
Essa pergunta conecta qualidade, estratégia, processos, Cadeia de Valor, indicadores, desempenho, gestão, liderança e cultura.
Desenvolvemos a Identidade da Excelência, transformando propósito em direção, estratégia em sistema e resultados em cultura por meio de um método estruturado.
e-book “O Amor pela Excelência” – Por Ronaldo José Damaceno
Uma jornada de fé, propósito e alta performance que inspira líderes, profissionais e sonhadores a transformar o trabalho em expressão de amor.
O que acontece quando o amor encontra a gestão?
O e-book “O Amor pela Excelência”, de Ronaldo José Damaceno, é uma jornada de autodescoberta, fé e propósito aplicada à vida pessoal e profissional. Inspirado em mais de três décadas de experiência em gestão, mentoria e liderança, o autor revela que a verdadeira excelência nasce do amor pelo que se faz, pelas pessoas, pela entrega e pelo servir.
Aqui, estratégia e fé se encontram para formar um novo conceito de alta performance: o Amor pela Excelência.
Gestão Executiva em Saúde Amplia Credibilidade e Resultados
Consultoria Acreditare GES transforma processos em desempenho: melhora a qualidade, reduz retrabalho e garante crescimento sustentável nos Serviços de Saúde.
Transformando Equipes em Times com a Identidade da Excelência
A Mentoria Acreditare TAP, é a etapa máxima da Jornada da Excelência para Times de Alta Performance. Aqui, tudo se integra: consciência, método, cultura e propósito. O time se vê como parte integrante de um projeto de identidade da excelência, que é a cultura que assume a responsabilidade da transformação de resultados que se sustentam.
Assista e descubra mais sobre a Mentoria Acreditare GAP
Ronaldo Damaceno, comenta neste vídeos, o porquê criou a mentoria Acreditare GAP, para quem é, e como ela funciona na prática.
Siga nossa playlist do Canal YouTube e se mantenha informado sobre a Mentoria Acreditare GAP
A Mentoria Acreditare GAP: Da Lacuna à Excelência para pessoas que querem se transformar em Gestores de Alta Performance.
Foi criada para desenvolver o CHARA: Conhecimentos, Habilidades, Atitudes, Resultados e Amor na arte de ser gesto. Nela você aprenderá estratégias, técnicas e ferramentas para acelerar os resultados da sua organização. Estabelecendo um plano tático e operacional, com processo claro, objetivo e com indicadores para monitorar o desempenho rumo ao seu objetivo estabelecido.
Nesta série inspiradora, convido você a viver um verdadeiro Casamento com a Excelência. Aqui, cada vídeo mergulha em um valor essencial que me guiou em mais de 30 anos de trajetória na gestão executiva, produção e qualidade. São 14 princípios transformadores – como Disciplina, Fé, Perseverança, Atitude, Ética e Resiliência – que se tornaram alicerces de alta performance em minha vida pessoal e profissional. Se você busca crescimento, consistência e resultados sustentáveis, esta playlist é o seu ponto de partida. Assista, reflita, pratique e transforme sua jornada.
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Essa obra retrata a qualidade como um potencial que se estabelece em crenças do indivíduo perante suas próprias competências e através do envolvimento em atividades rotineiras com afinco, dedicação e amor, de maneira que satisfaça o cliente. O trabalho coletivo, a comunicação autêntica e empática, o afeto, a busca pela melhoria contínua, a criação e o manejo de objetivos, e a felicidade pessoal, são os demais itens inclusos na filosofia da Qualidade como algo que nasce a partir do indivíduo.
Veja como repercutiu nos canais de comunicação o livro A Qualidade Fazendo Parte de Você
O livro lançado em 2020, em meio a pandemia, teve uma boa repercussão na mídia impressa, rádio e TV. Neste artigo clipamos os melhores momentos. Veja como foi.
O livro traz uma análise profunda das histórias de sucesso de personalidades como Akio Morita, Lee Iacocca, Jack Welch, Steve Jobs, Nelson Mandela, Roberto Marinho, Pelé e Ayrton Senna.
Entenda o que é Geração de Valor, como pessoas, processos, decisões e resultados se conectam para produzir benefícios percebidos e gerar excelência sustentável.
Quando o reconhecimento da Gestão desperta uma pergunta?
Em novembro de 2026, organizações brasileiras subirão ao palco para receber o reconhecimento Melhores em Gestão®, promovido pela Fundação Nacional da Qualidade. A cerimônia será o momento mais visível de uma jornada iniciada meses antes, formada por autoavaliação, apresentação de indicadores, envio de evidências, análise técnica, entrevistas, visita e julgamento.
O troféu será entregue em uma noite. A maturidade que o tornou possível foi construída durante anos.
Essa diferença entre o momento do reconhecimento e o processo que o antecede merece atenção. Quando uma organização recebe um prêmio, o mercado vê sua posição, seu nome, sua marca e o resultado alcançado. Por trás dessa visibilidade existem decisões repetidas, processos estruturados, lideranças mobilizadoras, indicadores acompanhados, aprendizados incorporados e comportamentos sustentados ao longo do tempo.
O ciclo 2026 do Melhores em Gestão cria uma oportunidade para refletirmos sobre uma pergunta estratégica:
O que uma organização precisa desenvolver para ser reconhecida entre as melhores em gestão?
A resposta começa pelo resultado, passa pelas evidências e alcança uma dimensão mais profunda: a identidade organizacional que orienta a maneira como as pessoas pensam, escolhem, decidem, executam, aprendem e geram valor.
O reconhecimento mostra aquilo que se tornou visível. A maturidade revela aquilo que a organização se tornou capaz de realizar. A Identidade da Excelência procura compreender como essa capacidade passa a fazer parte de quem a organização é.
O Melhores em Gestão® é um reconhecimento anual da Fundação Nacional da Qualidade, a FNQ, voltado às organizações que demonstram gestão de excelência e alto desempenho. Segundo o regulamento oficial do ciclo 2026, o processo procura fomentar a melhoria contínua da gestão, ampliar a competitividade, oferecer um diagnóstico de maturidade e conceder reconhecimento público às organizações contempladas.
Sua base é o Modelo de Excelência da Gestão®, o MEG, atualmente em sua 22ª edição. O modelo oferece fundamentos e critérios para que as organizações compreendam sua forma de gestão, avaliem a integração das práticas e identifiquem oportunidades de evolução.
O ciclo de 2026 começou com as inscrições em abril. As organizações elegíveis preencheram uma autoavaliação, apresentaram informações sobre seu perfil, registraram indicadores estratégicos e operacionais e enviaram evidências relacionadas aos temas avaliados. Em seguida, uma banca formada por especialistas realizou a análise prévia e as visitas de avaliação, programadas entre 3 de agosto e 4 de setembro.
Após as visitas, as pontuações e os relatórios seguem para as etapas de consolidação e julgamento. A definição das organizações reconhecidas está prevista para 29 de outubro, enquanto a cerimônia deverá acontecer em novembro de 2026.
O calendário ajuda a compreender que o prêmio representa a conclusão pública de um processo amplo. O reconhecimento surge depois que a organização apresenta seu contexto, suas práticas, seus resultados e suas evidências à apreciação de avaliadores capacitados.
Existe, portanto, um ensinamento importante já na estrutura do programa:
Excelência reconhecida exige capacidade demonstrada por evidências.
O reconhecimento começa pela maturidade da Gestão
Uma organização pode desenvolver iniciativas relevantes, alcançar metas expressivas e conquistar resultados pontuais. A maturidade aparece quando essas realizações passam a decorrer de uma forma integrada, consciente e sistemática de gestão.
Maturidade significa possuir capacidade para repetir bons resultados, compreender suas causas, responder às mudanças, aprender com as experiências e preservar o valor gerado ao longo do tempo.
Essa compreensão desloca o olhar do evento para o sistema. Uma conquista comercial pode nascer de uma oportunidade. Um excelente resultado mensal pode receber influência de uma condição favorável. Uma iniciativa inovadora pode produzir impacto em determinada área. Quando esses avanços estão integrados ao modelo de gestão, eles deixam de depender exclusivamente de circunstâncias e passam a expressar capacidade organizacional.
O próprio processo do Melhores em Gestão 2026 evidencia essa preocupação. A avaliação contempla o perfil da organização, sua autoavaliação, indicadores, resultados, evidências e entrevistas. Os avaliadores procuram compreender a coerência entre aquilo que a organização apresenta, aquilo que executa e aquilo que efetivamente alcança.
Essa coerência possui relação direta com o conceito de GAP da Excelência: a distância entre a intenção e a prática. Quanto maior a maturidade, maior tende a ser a capacidade de aproximar estratégia e execução, discurso e comportamento, conhecimento e aplicação, resultado desejado e resultado alcançado.
O reconhecimento, nessa perspectiva, representa uma consequência. Antes dele existe uma jornada de desenvolvimento, integração e aprendizado.
Evidências transformam discurso em capacidade demonstrada
Toda organização possui histórias para contar. Algumas falam sobre seus valores, outras destacam projetos, investimentos, certificações, tecnologias ou resultados. Uma avaliação estruturada acrescenta uma pergunta essencial: quais evidências demonstram que essas declarações se transformaram em práticas e resultados?
No ciclo de 2026, as organizações candidatas apresentaram indicadores estratégicos e operacionais, metas, referenciais comparativos, requisitos das partes interessadas e resultados de diferentes períodos. Também enviaram evidências específicas por Tema da Gestão.
Essa exigência ensina algo valioso para qualquer gestor: uma intenção ganha força quando pode ser observada; uma prática ganha credibilidade quando pode ser verificada; um resultado ganha significado quando pode ser interpretado em seu contexto.
Dados → Indicadores → Análise crítica → Conhecimento → Decisões → Plano de melhoria → Valor → Excelência
As evidências cumprem uma função central porque conectam aquilo que a organização afirma àquilo que consegue demonstrar. Elas também ampliam a capacidade de aprendizagem. Quando a gestão acompanha resultados ao longo do tempo, compara desempenhos, identifica variações e investiga causas, passa a decidir com maior consciência.
O valor da evidência está em sua capacidade de provocar compreensão e orientar escolhas.
O regulamento do Melhores em Gestão 2026 solicita que as organizações apresentem indicadores relevantes para seu modelo de negócio, incluindo resultados e metas de pelo menos três períodos, com preferência por séries de cinco períodos. Essa perspectiva temporal permite observar tendências, consistência, evolução e sustentabilidade.
Um resultado isolado mostra uma fotografia. Uma sequência de resultados ajuda a compreender a trajetória.
Na saúde, por exemplo, produção, ocupação, permanência e utilização de recursos oferecem informações importantes. Quando esses dados são integrados a segurança, desfechos clínicos, experiência do paciente, desenvolvimento das pessoas e sustentabilidade, a organização amplia sua compreensão sobre o valor que gera.
O mesmo princípio se aplica a outros setores. O volume de vendas expressa produção comercial. A fidelização revela confiança. O resultado financeiro evidencia viabilidade. A satisfação demonstra percepção. A inovação mostra capacidade de renovação. O impacto socioambiental amplia a responsabilidade sobre o futuro.
Escolher indicadores é também escolher aquilo que receberá atenção. Aquilo que recebe atenção influencia conversas, decisões, prioridades e comportamentos. Com o tempo, essas escolhas contribuem para formar a cultura.
Por isso, medir representa uma decisão estratégica sobre o que a organização deseja compreender, desenvolver e transformar.
O debate sobre reconhecimento ganhou recentemente outro exemplo relevante. O artigo Brasil tem 3 hospitais no top 5 da América Latina analisou o desempenho do Einstein Hospital Israelita, do Hospital Sírio-Libanês e do Hospital Moinhos de Vento no Ranking IntelLat 2026.
O ranking apresentou posições alcançadas e dimensões avaliadas. Segurança, tecnologia, experiência do paciente, gestão de pessoas, geração de conhecimento, sustentabilidade e outras capacidades ajudaram a explicar os resultados.
O Melhores em Gestão 2026 nos convida a observar a mesma questão por outra perspectiva. Enquanto um ranking torna o desempenho comparativo visível, uma avaliação de maturidade procura compreender a consistência do sistema de gestão que produz os resultados.
As duas leituras se complementam:
o ranking evidencia a posição alcançada;
os indicadores demonstram o desempenho;
a avaliação examina a maturidade;
o sistema organiza as capacidades;
a cultura sustenta os comportamentos;
a identidade orienta a maneira de gerar valor.
Essa conexão fortalece uma ideia essencial: organizações reconhecidas por sua excelência desenvolvem múltiplas capacidades em integração. Resultados superiores costumam surgir do encontro entre estratégia, pessoas, processos, tecnologia, conhecimento, decisões e aprendizado.
O pódio mostra onde a organização chegou. A maturidade ajuda a compreender como ela construiu o caminho.
Os hospitais do ranking já foram reconhecidos pela FNQ?
O cruzamento entre os três hospitais brasileiros posicionados entre os cinco melhores da América Latina e a relação pública de organizações reconhecidas pela FNQ oferece um dado importante.
A página Empresas reconhecidas — FNQ apresenta os resultados do Melhores em Gestão entre 2017 e 2025. Nesse período, aparecem organizações de energia, saneamento, educação, indústria e serviços. Einstein Hospital Israelita, Hospital Sírio-Libanês e Hospital Moinhos de Vento ficam fora da relação publicada.
Esse resultado precisa ser interpretado com precisão. A ausência dos hospitais na lista pública representa apenas a ausência de reconhecimento registrado nos ciclos apresentados pela página da FNQ. Ela permite afirmar que os três hospitais ficam fora da relação de vencedores de 2017 a 2025. Ela também preserva em aberto eventuais relações com a FNQ por outros meios, como capacitação, diagnóstico, filiação, projetos, aplicação interna de referenciais ou experiências anteriores ao período atualmente exibido.
Para o ciclo de 2026, os nomes das organizações candidatas são tratados de forma confidencial. A FNQ divulga apenas as instituições reconhecidas após a conclusão do julgamento. Assim, a possível participação de hospitais permanece reservada até a publicação oficial dos resultados, prevista para o fim de outubro, seguida da cerimônia em novembro.
Essa constatação torna a análise ainda mais interessante. A conexão entre os hospitais do ranking e o Melhores em Gestão surge principalmente pela proximidade das capacidades avaliadas, mais do que pela coincidência pública entre vencedores.
Onde os critérios do ranking e do MEG se aproximam
O Ranking IntelLat possui finalidade setorial e comparativa. Ele observa hospitais e clínicas por meio de dimensões relacionadas à qualidade institucional e assistencial, permitindo comparar organizações da saúde latino-americana.
O MEG possui finalidade organizacional e sistêmica. Sua 22ª edição está estruturada em sete Fundamentos da Gestão para Excelência — Compromisso, Responsabilidade, Liderança, Pensamento Sistêmico, Processos, Inovação e Cultura — e em sete perspectivas de resultados relacionadas a clientes e mercados, fornecedores, pessoas, aspectos econômico-financeiros, ambiente, sociedade, produtos e processos.
As metodologias seguem caminhos próprios. Ainda assim, diversos pontos de convergência podem ser observados:
Dimensões do Ranking IntelLat
Aproximação com o MEG 22
Capacidade comum observada
Segurança
Responsabilidade, Processos e resultados de produtos e processos
Controlar riscos, assegurar práticas confiáveis e aprender com ocorrências
Gestão de pessoas
Liderança, Cultura e resultados relativos às pessoas
Desenvolver competências, mobilizar equipes e sustentar comportamentos
Experiência do paciente
Compromisso e resultados relativos a clientes e mercados
Compreender necessidades, expectativas, percepções e valor entregue
Tecnologia e telemedicina
Inovação, Processos e Pensamento Sistêmico
Integrar recursos tecnológicos à estratégia, aos fluxos e às necessidades das pessoas
Geração de conhecimento
Inovação, Cultura e Pensamento Sistêmico
Transformar evidências e experiências em aprendizado organizacional
Sustentabilidade
Responsabilidade e resultados ambientais, sociais e econômico-financeiros
Preservar a capacidade de gerar valor para as partes interessadas e para o futuro
Eficiência
Processos, Pensamento Sistêmico e resultados econômico-financeiros
Utilizar recursos com consciência e ampliar a efetividade da cadeia de valor
Prestígio
Compromisso, Responsabilidade e resultados percebidos pelas partes interessadas
Construir confiança, legitimidade, reputação e reconhecimento
Essa tabela representa uma correlação interpretativa, preservando a identidade e a metodologia de cada referencial. Ela mostra que diferentes instrumentos podem observar ângulos distintos de capacidades organizacionais semelhantes.
O Ranking IntelLat pergunta, em essência, quais hospitais demonstram melhor desempenho em dimensões relevantes para a excelência hospitalar. O Melhores em Gestão procura avaliar o nível de maturidade do sistema de gestão e dos resultados produzidos pela organização.
Um observa o desempenho de organizações de um mesmo setor. O outro examina fundamentos, práticas, integração e resultados aplicáveis a diferentes setores. O encontro acontece na capacidade de transformar estratégia, pessoas, processos, conhecimento e recursos em valor sustentável.
O MEG Saúde reforça essa aproximação
A própria FNQ desenvolveu o MEG Saúde, uma adaptação do Modelo de Excelência da Gestão às particularidades das organizações de saúde. O instrumento combina os Fundamentos da Excelência com exemplos e terminologias do setor, além de estabelecer correlações com metodologias de acreditação e certificação.
Entre os benefícios apresentados pela FNQ estão a estruturação da gestão de riscos sanitários, assistenciais e empresariais; a responsabilidade socioambiental; a preparação para situações imprevistas; o fortalecimento dos processos assistenciais; o uso de protocolos; a discussão de casos; a tomada de decisão baseada em evidências clínicas; o controle estatístico de processos; e a comparação do desempenho das equipes.
Esses elementos aproximam diretamente a gestão para excelência de várias dimensões consideradas em rankings hospitalares. Segurança depende de riscos, protocolos e aprendizado. Experiência do paciente depende de compromisso, processos e cultura. Tecnologia gera valor quando está integrada ao cuidado. Conhecimento transforma evidências em decisões. Sustentabilidade preserva a capacidade de cuidar ao longo do tempo.
Portanto, mesmo com listas de organizações distintas, existe uma convergência relevante entre os atributos que ajudam um hospital a alcançar destaque regional e as capacidades que um modelo de excelência procura desenvolver e avaliar.
Essa convergência sustenta a ponte com a Identidade da Excelência:
Critérios diferentes podem revelar uma mesma origem: a capacidade de integrar pessoas, processos, evidências e decisões para gerar valor.
Novas formas de reconhecimento em 2026
O ciclo de 2026 trouxe uma novidade significativa: a inclusão da categoria Platina e do Destaque no Tema de Gestão.
A categoria Platina contempla organizações posicionadas nas faixas mais elevadas de pontuação. O reconhecimento por Tema de Gestão permite destacar capacidades específicas em áreas como clientes, pessoas, fornecedores, ambiente, sociedade, governança, processos, inovação e cultura, desde que a organização alcance os critérios previstos e apresente resultados consistentes associados ao tema.
Essa ampliação oferece uma reflexão importante. A excelência organizacional pode ser observada tanto pela integração global quanto pela força demonstrada em capacidades específicas. Uma organização pode possuir uma prática altamente madura em inovação, processos ou cultura e transformar esse diferencial em referência para outras instituições.
Ao mesmo tempo, o reconhecimento global considera a homogeneidade do atendimento aos Fundamentos da Excelência. Essa combinação entre profundidade e integração apresenta uma mensagem valiosa: capacidades específicas geram diferenciação; capacidades integradas geram sustentabilidade.
Uma organização reconhecida por inovação precisa conectar sua criatividade à estratégia, às pessoas, aos processos, aos recursos e aos resultados. Uma organização destacada em cultura precisa evidenciar como os comportamentos compartilhados influenciam a execução e o valor. Uma referência em processos precisa demonstrar como a padronização, o controle e a melhoria contribuem para os resultados das partes interessadas.
Cada tema pode começar em uma área. A excelência surge quando o aprendizado atravessa as fronteiras internas e fortalece o sistema como um todo.
O que existe por trás das melhores organizações
Quando observamos uma organização reconhecida, é natural percebermos primeiro aquilo que se tornou público: o prêmio, a classificação, a certificação, a reputação ou o resultado financeiro. Uma análise mais profunda revela capacidades que foram desenvolvidas antes desse momento.
Entre elas, podemos destacar:
Clareza de direção
Organizações maduras compreendem o valor que desejam gerar, traduzem essa intenção em prioridades e orientam recursos para aquilo que realmente importa. A direção compartilhada favorece coerência entre decisões estratégicas e ações cotidianas.
Liderança capaz de mobilizar
A liderança transforma direção em compromisso coletivo. Comunica prioridades, influencia comportamentos, promove alinhamento, estimula o engajamento e cria condições para que as pessoas contribuam com consciência.
Processos confiáveis
Resultados consistentes dependem de processos compreendidos, responsabilidades definidas, riscos avaliados, padrões aplicados e melhorias incorporadas. A confiabilidade reduz variações indesejadas e amplia a capacidade de entregar valor.
Decisões baseadas em evidências
Indicadores, auditorias, avaliações, escuta das partes interessadas e análises críticas oferecem conhecimento para escolhas mais precisas. A organização aprende a concentrar energia nos fatores que realmente influenciam o desempenho.
Aprendizado incorporado
A maturidade cresce quando experiências se transformam em conhecimento compartilhado. O aprendizado deixa de permanecer com indivíduos ou projetos isolados e passa a fortalecer processos, padrões, competências e decisões futuras.
Cultura coerente
Os valores ganham vida por meio dos exemplos e comportamentos repetidos. A confiança cresce quando as pessoas percebem coerência entre discurso, escolhas e práticas. Com o tempo, essa coerência produz pertencimento, identidade e legado.
Essas capacidades ajudam a explicar por que reconhecimento e maturidade caminham juntos. O prêmio comunica ao mercado aquilo que a organização conseguiu demonstrar. O cotidiano revela as escolhas que tornaram essa conquista possível.
Como a Gestão da Excelência integra as capacidades
A Gestão da Excelência pode ser compreendida como a capacidade de interpretar evidências, integrar pessoas, processos e recursos, orientar decisões e conduzir a transformação da qualidade em valor consciente, consistente e sustentável.
Essa definição amplia a gestão para além do acompanhamento de tarefas. Ela conecta planejamento, execução, monitoramento, ajuste, aprendizado e sustentabilidade.
Planejar estabelece direção e prioridades. Executar mobiliza capacidades e recursos. Monitorar produz evidências sobre o avanço. Ajustar responde ao que os resultados ensinam. Aprender incorpora o conhecimento produzido. Sustentar preserva a capacidade de continuar gerando valor.
O processo de avaliação do Melhores em Gestão dialoga naturalmente com essa jornada. A autoavaliação estimula consciência sobre o estágio atual. Os indicadores tornam o desempenho visível. As evidências demonstram práticas. A visita aprofunda a compreensão. O Diagnóstico de Maturidade da Gestão apresenta forças e oportunidades. O reconhecimento comunica o resultado alcançado.
Cada etapa pode ser transformada em aprendizado. A organização ganha uma oportunidade de compreender seu GAP, priorizar melhorias e fortalecer a integração entre estratégia e operação.
Por isso, o maior valor de uma avaliação pode estar tanto no reconhecimento quanto na clareza que ela oferece para o próximo ciclo de evolução.
Do diagnóstico à transformação
Ao término do processo, as organizações participantes recebem o Diagnóstico de Maturidade da Gestão, o DMG. Segundo a FNQ, o documento apresenta pontuações por fundamento, tema, etapas do PDCL e fatores de resultados, além do nível global de maturidade, gráficos, pontos fortes e oportunidades de melhoria.
Um diagnóstico cria consciência. A transformação começa quando essa consciência orienta escolhas.
Receber uma oportunidade de melhoria representa o início de uma decisão gerencial. A organização pode investigar causas, avaliar riscos, estabelecer prioridades, definir responsáveis, disponibilizar recursos, acompanhar indicadores e verificar a efetividade das ações.
Esse movimento pode ser organizado da seguinte forma:
Quando o diagnóstico permanece restrito ao relatório, seu potencial fica adormecido. Quando é compartilhado, interpretado e integrado ao sistema de gestão, passa a orientar o desenvolvimento das capacidades organizacionais.
A maturidade surge dessa continuidade. Cada ciclo de avaliação produz compreensão. Cada plano executado gera experiências. Cada resultado analisado amplia o conhecimento. Cada melhoria incorporada fortalece o sistema.
Assim, a organização transforma avaliação em evolução.
Da Gestão para Excelência à Identidade da Excelência
O Modelo de Excelência da Gestão oferece um referencial consolidado para avaliar fundamentos, temas, práticas e resultados. A Identidade da Excelência acrescenta uma lente sobre como a excelência se forma, se integra e se incorpora à maneira de ser da organização.
Essa aproximação pode ser compreendida por meio dos pilares da IdE:
A organização amplia sua consciência sobre o valor que deseja gerar. Essa consciência influencia pensamentos, escolhas, atitudes e comportamentos. A excelência começa na interpretação que orienta a ação.
A liderança transforma a consciência do valor em missão, comunicação, influência, alinhamento, engajamento e compromisso coletivo. A direção deixa de pertencer apenas ao planejamento e passa a orientar as pessoas.
A qualidade oferece estrutura. Processos são mapeados, padrões são definidos, riscos são avaliados, indicadores são acompanhados, auditorias produzem evidências e a melhoria contínua fortalece a confiabilidade.
Dados são transformados em indicadores, análise crítica, conhecimento, decisões, planos de melhoria, valor e excelência. O resultado passa a servir ao aprendizado e à evolução.
Exemplos orientam comportamentos. A repetição produz confiança. A confiança fortalece pertencimento. O pertencimento forma identidade. A identidade deixa legado.
Esses pilares ajudam a compreender que a excelência reconhecida externamente começa com capacidades desenvolvidas internamente.
O modelo orienta a avaliação. A gestão integra o movimento. A cultura sustenta a prática. A identidade expressa aquilo que a organização se tornou.
O regulamento do Melhores em Gestão 2026 também considera a reputação das organizações, sua integridade e possíveis fatos capazes de comprometer o reconhecimento. Esse cuidado amplia o significado da excelência.
Resultados elevados ganham legitimidade quando estão acompanhados de ética, responsabilidade, respeito às partes interessadas e sustentabilidade. A excelência precisa gerar valor de maneira consciente para clientes, profissionais, parceiros, sociedade e para a própria continuidade da organização.
Uma empresa pode alcançar eficiência e, ao mesmo tempo, fragilizar relações. Pode crescer e comprometer sua sustentabilidade. Pode atingir metas e reduzir a confiança das pessoas. Por isso, a avaliação da excelência ultrapassa a produtividade e alcança a forma como o resultado foi construído e o impacto que ele produziu.
Reputação é a percepção acumulada pelas pessoas a partir das experiências, escolhas e comportamentos de uma organização. Ela se fortalece quando existe coerência entre valores declarados e práticas observadas.
Essa coerência aproxima reputação e identidade. Aquilo que a organização repete se torna cultura. Aquilo que sustenta com consistência passa a identificar sua maneira de atuar. Aquilo que gera valor com responsabilidade conquista confiança e reconhecimento.
O compromisso que começa depois do prêmio
As organizações reconhecidas no ciclo 2026 assumem o compromisso de compartilhar conhecimentos, disseminar boas práticas, participar de ações de benchmarking e continuar aprimorando seu modelo de gestão.
Esse aspecto transforma o prêmio em uma responsabilidade com o desenvolvimento coletivo. Quem se torna referência passa a contribuir para que outras organizações aprendam, adaptem práticas e construam seus próprios caminhos.
O benchmarking encontra seu verdadeiro valor quando funciona como fonte de compreensão. Estudar uma organização reconhecida significa investigar critérios, escolhas, processos e capacidades. Em seguida, cada instituição precisa interpretar esse aprendizado à luz de sua estratégia, de suas pessoas, de seu contexto e do valor que deseja gerar.
Referências inspiram. Diagnósticos orientam. Sistemas estruturam. Lideranças mobilizam. A identidade preserva a coerência da jornada.
O reconhecimento, portanto, encerra um ciclo e abre outro. A organização celebrada recebe visibilidade e, ao mesmo tempo, assume o compromisso de continuar evoluindo, compartilhando e demonstrando a consistência de sua gestão.
Mesmo organizações que estejam fora do ciclo de reconhecimento podem utilizar seus princípios como fonte de reflexão gerencial.
Algumas perguntas ajudam a iniciar uma autoanálise:
Qual valor nossa organização deseja gerar para cada parte interessada?
Quais evidências demonstram que esse valor está sendo entregue?
Nossos indicadores conectam estratégia, operação e impacto?
Quais resultados apresentam consistência ao longo do tempo?
Quais capacidades dependem de pessoas específicas e precisam ser incorporadas ao sistema?
Como os aprendizados das avaliações se transformam em planos de melhoria?
Quais comportamentos são reconhecidos e repetidos pela liderança?
Onde existe distância entre o que declaramos e o que praticamos?
Que Tema da Gestão representa hoje nossa maior força?
Qual capacidade precisa evoluir para ampliarmos o valor gerado?
As respostas oferecem um ponto de partida. A excelência admite diferentes estágios de maturidade. Cada organização pode reconhecer sua realidade, identificar prioridades e construir uma jornada compatível com seus recursos, sua estratégia e suas necessidades.
O avanço acontece quando a avaliação produz consciência e a consciência se transforma em escolha.
Reconhecimento é consequência do valor incorporado
O Melhores em Gestão 2026 celebra organizações capazes de demonstrar maturidade, desempenho e consistência. Sua estrutura revela que o reconhecimento possui raízes profundas: fundamentos aplicados, práticas integradas, indicadores acompanhados, evidências verificadas, pessoas mobilizadas e resultados sustentados.
O ciclo também nos ajuda a enxergar uma diferença essencial. O prêmio é recebido. A maturidade é desenvolvida. O selo é comunicado. A confiança é conquistada. O resultado é apresentado. A capacidade é construída.
O reconhecimento é percebido externamente. A identidade é incorporada internamente.
É nesse encontro entre capacidade e percepção que a excelência ganha significado. Uma organização se torna referência quando transforma suas intenções em práticas, suas práticas em resultados, seus resultados em aprendizado e seu aprendizado em uma forma sustentável de gerar valor.
O Melhores em Gestão mostra quem conseguiu demonstrar essa evolução. A Gestão da Excelência ajuda a integrar as capacidades necessárias. Identidade da Excelência procura fazer com que essa forma de pensar, decidir, agir e aprender passe a fazer parte da própria organização.
Desenvolvemos a Identidade da Excelência, transformando propósito em direção, estratégia em sistema e resultados em cultura por meio de um método estruturado.
Acreditare Gestores também entende a importância da tecnologia na gestão do capital humano. A empresa utiliza tecnologia avançada para oferecer soluções eficientes e inovadoras aos seus clientes, com testes de desempenho e personalidade. Além disso, Acreditare Gestores acompanha as tendências do mercado e as melhores práticas de gestão de pessoas para oferecer serviços de alta qualidade e que atendem às demandas dos seus clientes.
Entenda o que é Geração de Valor, como pessoas, processos, decisões e resultados se conectam para produzir benefícios percebidos e gerar excelência sustentável.